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Dirceu diz que acordo com FMI pode incluir privatização


Do Diário OnLine

04/08/2001 | 13:16


O deputado federal José Dirceu (PT-SP), candidato à reeleição na presidência nacional da legenda, criticou na manhã deste sábado o novo acordo do Brasil com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

De acordo com Dirceu, o acordo aprofunda a dependência do país em relação aos capitais externos e pode embutir compromissos de privatização.

As declarações do deputado foram feitas no Hotel Ca’D’Oro, em São Paulo, onde foi esteve para visitar o governador de Minas Gerais, Itamar Franco (PMDB), que se submeteu a uma cirurgia para retirada da vesícula, na última segunda-feira.

Dirceu comentou que o governo está aprofundando a crise do Brasil e que, com esse acordo, o país ficará cada vez mais endividado e dependendo de capitais externos. Ele ainda ressaltou que a crise é resultante da posição que o governo assumiu em 1997, quando a aceitação de um superávit primário entre 3% e 3,5% do PIB (Produto Interno Bruto) impediu investimentos em infra-estrutura.



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Dirceu diz que acordo com FMI pode incluir privatização

Do Diário OnLine

04/08/2001 | 13:16


O deputado federal José Dirceu (PT-SP), candidato à reeleição na presidência nacional da legenda, criticou na manhã deste sábado o novo acordo do Brasil com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

De acordo com Dirceu, o acordo aprofunda a dependência do país em relação aos capitais externos e pode embutir compromissos de privatização.

As declarações do deputado foram feitas no Hotel Ca’D’Oro, em São Paulo, onde foi esteve para visitar o governador de Minas Gerais, Itamar Franco (PMDB), que se submeteu a uma cirurgia para retirada da vesícula, na última segunda-feira.

Dirceu comentou que o governo está aprofundando a crise do Brasil e que, com esse acordo, o país ficará cada vez mais endividado e dependendo de capitais externos. Ele ainda ressaltou que a crise é resultante da posição que o governo assumiu em 1997, quando a aceitação de um superávit primário entre 3% e 3,5% do PIB (Produto Interno Bruto) impediu investimentos em infra-estrutura.

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