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Paolla Oliveira revela como é ser dirigida pelo namorado: - Não me sinto diferente sendo com ele ou não

Divulgação Instagram  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


16/10/2017 | 17:11


Na pele de Jeiza em A Força do Querer, Paolla Oliveira se consolidou como uma das principais atrizes do atual cenário da teledramaturgia brasileira. Em entrevista ao Extra, a atriz contou como foi o processo de construção da personagem.

- Quando pensei em Jeiza, o que eu não queria era cair no estereótipo, porque ela poderia ser uma lutadora com um tipo determinado, uma policial durona demais, que não fosse solar em casa. Mas criei uma mulher real, lutadora, forte, disponível, turrona, que não leva desaforo para casa. Minha personagem tem características de heroína, sim. A gente fala do poder da mulher, de como se colocar de maneira diferente na sociedade, e acho que a principal colocação que se pode ter na vida é com atitudes. Jeiza tem esse poder todo porque é boa no que faz e tem personalidade, analisou Paolla.

Dona de uma boa forma invejável, ela faz questão de deixar claro que tem o corpo como instrumento e não prioridade.

- Nunca lidei com meu físico em primeiro lugar, sempre o usei como apoio, não como linha de frente. Mexer na estética, ficar careca, por exemplo, são coisas que a gente consegue ir e voltar. Às vezes, uma cena de choro, de emoção ou uma situação que se parece com a que você já viveu mexe em lugares muito mais profundos. Nessa parte física, eu faria tudo, sim. Eu me empresto mesmo, explicou.

Além da ocupação como policial na trama de Gloria Perez, Jeiza é lutadora profissional de MMA. Sendo assim, desde agosto de 2016, a atriz tem treinado jiu-jitsu e, com o intuito de dar maior realismo às cenas, ela opta por não utilizar dublês nas lutas da personagem.

- Já dei e tomei porrada. Uma vez, levei uma no queixo e dei até uma rodada. Na outra, durante uma gravação, a menina que estava contracenando comigo caiu. Não entendi nada. Daí ela falou: Pô, você me acertou, deu teto preto, está batendo forte. Pedi desculpa, foi sem querer, é claro, e aí ficou tudo certo. Acontece, né?, revelou.

A novela das nove da Rede Globo marca a segunda vez em que Paolla é dirigida pelo namorado, Rogério Gomes, de 56 anos de idade - a primeira foi em Além do Tempo, em 2015. A atriz conta que o casal sabe muito bem separar as coisas e não leva o relacionamento para dentro do set.

- Se a gente não se respeitasse no trabalho e não se admirasse enquanto profissionais, não conseguiria levar nada adiante. Então é assim que a gente se trata, cada um com seu profissionalismo e seu mérito dentro do que faz. A gente se dá bem no trabalho e também conversa sobre isso em casa. Tem gente que diz que não fala nada, mas não tem como, porque quando se tem prazer no que faz é natural gostar de falar sobre o assunto. Eu tenho total segurança para fazer o que eu faço, já adquiri isso, e lido assim com todos os profissionais que estão a minha volta também. Cada um dentro de sua função. Não me sinto diferente sendo com ele ou não, assegurou uma das musas de A Força do Querer.

Sobre as cenas mais íntimas de Jeiza, Paolla explica que para esse tipo de gravação usa a mesma intensidade com a qual realiza os takes dos conflitos policiais da trama.

- Lido da mesma maneira porque também tem que ter muita entrega para subir o morro, para fazer uma cena com fuzil, representar uma classe tão machucada como a dos policias. Não consigo separar as coisas, o mesmo profissionalismo está lá e cá. Com o tempo, fui aperfeiçoando os métodos, fico com um pouco menos de receio. Já fiz coisas que foram questionadas em relação a estar mais nua. Mas se conta a história, eu estou apta a fazer, seja cena de beijo, de amor. Não tenho problema. Nunca tive!, contou a atriz.



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Paolla Oliveira revela como é ser dirigida pelo namorado: - Não me sinto diferente sendo com ele ou não


16/10/2017 | 17:11


Na pele de Jeiza em A Força do Querer, Paolla Oliveira se consolidou como uma das principais atrizes do atual cenário da teledramaturgia brasileira. Em entrevista ao Extra, a atriz contou como foi o processo de construção da personagem.

- Quando pensei em Jeiza, o que eu não queria era cair no estereótipo, porque ela poderia ser uma lutadora com um tipo determinado, uma policial durona demais, que não fosse solar em casa. Mas criei uma mulher real, lutadora, forte, disponível, turrona, que não leva desaforo para casa. Minha personagem tem características de heroína, sim. A gente fala do poder da mulher, de como se colocar de maneira diferente na sociedade, e acho que a principal colocação que se pode ter na vida é com atitudes. Jeiza tem esse poder todo porque é boa no que faz e tem personalidade, analisou Paolla.

Dona de uma boa forma invejável, ela faz questão de deixar claro que tem o corpo como instrumento e não prioridade.

- Nunca lidei com meu físico em primeiro lugar, sempre o usei como apoio, não como linha de frente. Mexer na estética, ficar careca, por exemplo, são coisas que a gente consegue ir e voltar. Às vezes, uma cena de choro, de emoção ou uma situação que se parece com a que você já viveu mexe em lugares muito mais profundos. Nessa parte física, eu faria tudo, sim. Eu me empresto mesmo, explicou.

Além da ocupação como policial na trama de Gloria Perez, Jeiza é lutadora profissional de MMA. Sendo assim, desde agosto de 2016, a atriz tem treinado jiu-jitsu e, com o intuito de dar maior realismo às cenas, ela opta por não utilizar dublês nas lutas da personagem.

- Já dei e tomei porrada. Uma vez, levei uma no queixo e dei até uma rodada. Na outra, durante uma gravação, a menina que estava contracenando comigo caiu. Não entendi nada. Daí ela falou: Pô, você me acertou, deu teto preto, está batendo forte. Pedi desculpa, foi sem querer, é claro, e aí ficou tudo certo. Acontece, né?, revelou.

A novela das nove da Rede Globo marca a segunda vez em que Paolla é dirigida pelo namorado, Rogério Gomes, de 56 anos de idade - a primeira foi em Além do Tempo, em 2015. A atriz conta que o casal sabe muito bem separar as coisas e não leva o relacionamento para dentro do set.

- Se a gente não se respeitasse no trabalho e não se admirasse enquanto profissionais, não conseguiria levar nada adiante. Então é assim que a gente se trata, cada um com seu profissionalismo e seu mérito dentro do que faz. A gente se dá bem no trabalho e também conversa sobre isso em casa. Tem gente que diz que não fala nada, mas não tem como, porque quando se tem prazer no que faz é natural gostar de falar sobre o assunto. Eu tenho total segurança para fazer o que eu faço, já adquiri isso, e lido assim com todos os profissionais que estão a minha volta também. Cada um dentro de sua função. Não me sinto diferente sendo com ele ou não, assegurou uma das musas de A Força do Querer.

Sobre as cenas mais íntimas de Jeiza, Paolla explica que para esse tipo de gravação usa a mesma intensidade com a qual realiza os takes dos conflitos policiais da trama.

- Lido da mesma maneira porque também tem que ter muita entrega para subir o morro, para fazer uma cena com fuzil, representar uma classe tão machucada como a dos policias. Não consigo separar as coisas, o mesmo profissionalismo está lá e cá. Com o tempo, fui aperfeiçoando os métodos, fico com um pouco menos de receio. Já fiz coisas que foram questionadas em relação a estar mais nua. Mas se conta a história, eu estou apta a fazer, seja cena de beijo, de amor. Não tenho problema. Nunca tive!, contou a atriz.

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