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PSDB convive em dilema entre discurso e realidade

Denis Maciel/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Partido projeta cenário positivo em 2016, mas corre risco de ter número de candidaturas de 2012


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

08/06/2015 | 07:00


O PSDB promete resultado positivo na região na eleição de 2016, mas pode repetir número de candidaturas de 2012, quando obteve pior resultado da história do partido. Somente em dois municípios o projeto próprio está consolidado e a sigla ainda luta para emplacar nomes de peso nas demais cinco cidades.

No pleito passado, tucanato concorreu às prefeituras de Rio Grande da Serra (Gabriel Maranhão), Diadema (Maridite Cristóvão de Oliveira) e Mauá (Edimar da Reciclagem) e só venceu em Rio Grande. Ainda foi vice em Santo André – Ricardo Torres era o número dois na chapa de Raimundo Salles – em São Bernardo – o ex-vereador Admir Ferro (sem partido) compôs dobrada com o deputado federal Alex Manente (PPS). Em ambas foi derrotado.

Segundo o coordenador regional da legenda, Márcio Canuto, há intenção de lançar cinco candidaturas ao Paço. No entanto, a legenda possui hoje reais condições apenas em Rio Grande da Serra, com Gabriel Maranhão, que tentará a reeleição, e em São Bernardo, com o deputado estadual Orlando Morando, que se tornou presidente da legenda do município.

“Nossa meta é conseguir cinco chapas majoritárias. Temos condições para isso, uma vez que a legenda vem conseguindo aumentar seu número de filiações em toda a região. Estamos na captação de alguns nomes para logo fortalecer nossa marca na briga eleitoral”, almejou Canuto, que preferiu não manifestar sobre os municípios.

Em Santo André, o quadro é de incerteza. Sem vereador eleito, o partido apostou em Marcelo Chehade para comandar o diretório. E ele chegou sem fechar as portas para Paulinho Serra (PSD), atual secretário de Mobilidade Urbana, Obras e Serviços Públicos e aliado do prefeito Carlos Grana (PT) – Paulinho é a principal cartada no reduto andreense.

O vereador Beto Vidoski, em São Caetano, é o nome mais forte do tucanato para disputa pela sucessão de Paulo Pinheiro (PMDB). No entanto, composição com o ex-prefeito José Auricchio Júnior (PTB) pode inviabilizar projeto.

Em Mauá, a legenda tenta convencer o deputado estadual Atila Jacomussi (PCdoB) a sair candidato ao Paço pelo PSDB. Mas o desfecho está longe de ser feliz, já que o PCdoB está disposto a desafiar o PT de Donisete Braga.

Principal partido aliado do prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), o PSDB local deve renunciar indicação à chapa majoritária para concentrar forças na eleição à Câmara e manter representatividade.

Em Ribeirão Pires, o ex-prefeito de Rio Grande da Serra Adler Kiko Teixeira (PSC) tenta se viabilizar no tucanato vizinho e buscar a Prefeitura. Mas dirigentes locais defendem a aliança com o prefeito Saulo Benevides (PMDB).



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PSDB convive em dilema entre discurso e realidade

Partido projeta cenário positivo em 2016, mas corre risco de ter número de candidaturas de 2012

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

08/06/2015 | 07:00


O PSDB promete resultado positivo na região na eleição de 2016, mas pode repetir número de candidaturas de 2012, quando obteve pior resultado da história do partido. Somente em dois municípios o projeto próprio está consolidado e a sigla ainda luta para emplacar nomes de peso nas demais cinco cidades.

No pleito passado, tucanato concorreu às prefeituras de Rio Grande da Serra (Gabriel Maranhão), Diadema (Maridite Cristóvão de Oliveira) e Mauá (Edimar da Reciclagem) e só venceu em Rio Grande. Ainda foi vice em Santo André – Ricardo Torres era o número dois na chapa de Raimundo Salles – em São Bernardo – o ex-vereador Admir Ferro (sem partido) compôs dobrada com o deputado federal Alex Manente (PPS). Em ambas foi derrotado.

Segundo o coordenador regional da legenda, Márcio Canuto, há intenção de lançar cinco candidaturas ao Paço. No entanto, a legenda possui hoje reais condições apenas em Rio Grande da Serra, com Gabriel Maranhão, que tentará a reeleição, e em São Bernardo, com o deputado estadual Orlando Morando, que se tornou presidente da legenda do município.

“Nossa meta é conseguir cinco chapas majoritárias. Temos condições para isso, uma vez que a legenda vem conseguindo aumentar seu número de filiações em toda a região. Estamos na captação de alguns nomes para logo fortalecer nossa marca na briga eleitoral”, almejou Canuto, que preferiu não manifestar sobre os municípios.

Em Santo André, o quadro é de incerteza. Sem vereador eleito, o partido apostou em Marcelo Chehade para comandar o diretório. E ele chegou sem fechar as portas para Paulinho Serra (PSD), atual secretário de Mobilidade Urbana, Obras e Serviços Públicos e aliado do prefeito Carlos Grana (PT) – Paulinho é a principal cartada no reduto andreense.

O vereador Beto Vidoski, em São Caetano, é o nome mais forte do tucanato para disputa pela sucessão de Paulo Pinheiro (PMDB). No entanto, composição com o ex-prefeito José Auricchio Júnior (PTB) pode inviabilizar projeto.

Em Mauá, a legenda tenta convencer o deputado estadual Atila Jacomussi (PCdoB) a sair candidato ao Paço pelo PSDB. Mas o desfecho está longe de ser feliz, já que o PCdoB está disposto a desafiar o PT de Donisete Braga.

Principal partido aliado do prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), o PSDB local deve renunciar indicação à chapa majoritária para concentrar forças na eleição à Câmara e manter representatividade.

Em Ribeirão Pires, o ex-prefeito de Rio Grande da Serra Adler Kiko Teixeira (PSC) tenta se viabilizar no tucanato vizinho e buscar a Prefeitura. Mas dirigentes locais defendem a aliança com o prefeito Saulo Benevides (PMDB).

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