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Justiça e força policial retiram radares de Mauá


Luciano Cavenagui
e Valéria Cabrera
Do Diário do Grande ABC

28/08/2004 | 16:10


O oficial de Justiça Ademir Trevisan, com o apoio de sete policiais do 30º Batalhão da Polícia Militar, retirou no começo da noite desta sexta dois radares conhecidos como móveis em funcionamento em Mauá, conforme determinação da juíza Ida Inês Del Cid, da 2ª Vara Civil da cidade. Os equipamentos estavam cada um num sentido da avenida João Ramalho, embaixo do viaduto Presidente Juscelino, na Vila Santa Cecília. Os outros quatro radares deste tipo em funcionamento na cidade não foram localizados.

Durante a apreensão, os funcionários que cuidavam dos radares foram informados sobre a decisão judicial e soltaram as correntes que prendiam os aparelhos em postes. Os radares foram colocados nos carros policiais e levados até o 30º Batalhão da PM.

A juíza disse que pediu a execução da ordem de retirada dos radares, já dada por ela na semana passada, após receber na tarde desta sexta a decisão do Tribunal de Justiça, que não concedeu à Prefeitura medida suspensiva à liminar que proibia o uso dos radares móveis na cidade.

Para conceder a liminar, a juíza se baseou na lei municipal 3.206/99, que proíbe o uso de radares móveis para fiscalização de velocidade. A assessoria de imprensa da Prefeitura informou no começo da noite desta sexta que não havia sido informada sobre a decisão do Tribunal de Justiça. A Prefeitura alega que os radares existentes na cidade não são móveis, e sim estáticos, como define a Resolução 146 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito).

O taxista Dirceu Cesário, 65 anos, que trabalha em Mauá há 14 anos, comemorou a decisão. “Acho um absurdo o uso desses equipamentos, que a cada dia ficam em um lugar diferente e escondidos”, disse.



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Justiça e força policial retiram radares de Mauá

Luciano Cavenagui
e Valéria Cabrera
Do Diário do Grande ABC

28/08/2004 | 16:10


O oficial de Justiça Ademir Trevisan, com o apoio de sete policiais do 30º Batalhão da Polícia Militar, retirou no começo da noite desta sexta dois radares conhecidos como móveis em funcionamento em Mauá, conforme determinação da juíza Ida Inês Del Cid, da 2ª Vara Civil da cidade. Os equipamentos estavam cada um num sentido da avenida João Ramalho, embaixo do viaduto Presidente Juscelino, na Vila Santa Cecília. Os outros quatro radares deste tipo em funcionamento na cidade não foram localizados.

Durante a apreensão, os funcionários que cuidavam dos radares foram informados sobre a decisão judicial e soltaram as correntes que prendiam os aparelhos em postes. Os radares foram colocados nos carros policiais e levados até o 30º Batalhão da PM.

A juíza disse que pediu a execução da ordem de retirada dos radares, já dada por ela na semana passada, após receber na tarde desta sexta a decisão do Tribunal de Justiça, que não concedeu à Prefeitura medida suspensiva à liminar que proibia o uso dos radares móveis na cidade.

Para conceder a liminar, a juíza se baseou na lei municipal 3.206/99, que proíbe o uso de radares móveis para fiscalização de velocidade. A assessoria de imprensa da Prefeitura informou no começo da noite desta sexta que não havia sido informada sobre a decisão do Tribunal de Justiça. A Prefeitura alega que os radares existentes na cidade não são móveis, e sim estáticos, como define a Resolução 146 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito).

O taxista Dirceu Cesário, 65 anos, que trabalha em Mauá há 14 anos, comemorou a decisão. “Acho um absurdo o uso desses equipamentos, que a cada dia ficam em um lugar diferente e escondidos”, disse.

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