Fechar
Publicidade

Sábado, 5 de Dezembro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Esportes

esportes@dgabc.com.br | 4435-8384

Chefões da Fórmula 1 também terão salários reduzidos por causa de pandemia

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


07/04/2020 | 12:20


Os principais gestores da Fórmula 1 também terão seus salários reduzidos em período de pandemia do coronavírus. O anúncio foi feito, nesta terça-feira, por um comunicado de um porta-voz da principal categoria do automobilismo.

Segundo a nota, publicada nas redes sociais, a "equipe de liderança sênior" diminuiu seus salários voluntariamente em 20%, enquanto Chase Carey, diretor executivo e presidente do Conselho de Administração do Formula One Management, sofreu uma redução "maior" de seus vencimentos.

A Fórmula 1 colocou quase metade de seus 500 funcionários em licença até o final de maio, devido ao coronavírus. A maioria são pessoas que trabalham apenas nos finais de semana de corrida.

A temporada da Fórmula 1 deveria ter começado em 15 de março, com o GP da Austrália, mas a etapa foi cancelada, assim como o GP de Mônaco, que estava previsto para maio. Outras seis corridas foram adiadas. A expectativa é de que as provas possam ser disputadas a partir do verão europeu, com cronograma reduzido de 18 para 15 provas.

A Fórmula 1 ganha a maior parte de sua receita com a promoção de corridas, taxas, acordos de transmissão e publicidade e patrocínio. Três das sete equipes britânicas - McLaren, Williams, Racing Point - também cortaram parte dos salários de seus funcionários.

As fábricas das equipes estão paralisadas e anteciparam o período de férias de agosto para março e abril na tentativa de reorganizar o calendário.

As equipes já concordaram em adiar para 2022 as mudanças significativas nas regras técnicas planejadas para 2021 e usar os mesmos carros no próximo ano para economizar dinheiro.

O chefe da McLaren, Zak Brown, alertou no fim de semana passado que a F-1 está em "um estado muito frágil" e corre o risco de perder algumas de suas dez equipes, a menos que sejam feitas grandes mudanças.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Chefões da Fórmula 1 também terão salários reduzidos por causa de pandemia


07/04/2020 | 12:20


Os principais gestores da Fórmula 1 também terão seus salários reduzidos em período de pandemia do coronavírus. O anúncio foi feito, nesta terça-feira, por um comunicado de um porta-voz da principal categoria do automobilismo.

Segundo a nota, publicada nas redes sociais, a "equipe de liderança sênior" diminuiu seus salários voluntariamente em 20%, enquanto Chase Carey, diretor executivo e presidente do Conselho de Administração do Formula One Management, sofreu uma redução "maior" de seus vencimentos.

A Fórmula 1 colocou quase metade de seus 500 funcionários em licença até o final de maio, devido ao coronavírus. A maioria são pessoas que trabalham apenas nos finais de semana de corrida.

A temporada da Fórmula 1 deveria ter começado em 15 de março, com o GP da Austrália, mas a etapa foi cancelada, assim como o GP de Mônaco, que estava previsto para maio. Outras seis corridas foram adiadas. A expectativa é de que as provas possam ser disputadas a partir do verão europeu, com cronograma reduzido de 18 para 15 provas.

A Fórmula 1 ganha a maior parte de sua receita com a promoção de corridas, taxas, acordos de transmissão e publicidade e patrocínio. Três das sete equipes britânicas - McLaren, Williams, Racing Point - também cortaram parte dos salários de seus funcionários.

As fábricas das equipes estão paralisadas e anteciparam o período de férias de agosto para março e abril na tentativa de reorganizar o calendário.

As equipes já concordaram em adiar para 2022 as mudanças significativas nas regras técnicas planejadas para 2021 e usar os mesmos carros no próximo ano para economizar dinheiro.

O chefe da McLaren, Zak Brown, alertou no fim de semana passado que a F-1 está em "um estado muito frágil" e corre o risco de perder algumas de suas dez equipes, a menos que sejam feitas grandes mudanças.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;