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PP aponta que não há diretriz de apoio ao PSDB

Câmara dos Deputados/Divulgação  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Presidente estadual da sigla, Mussi tenta atrair lideranças no Grande ABC e nega preferência


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

31/08/2015 | 07:00


Presidente paulista do PP, o deputado federal Guilherme Mussi sinalizou que não há diretriz por apoio a candidaturas ligadas ao PSDB no Grande ABC às eleições de 2016. Refuta expectativas, embora no pleito do ano passado, o parlamentar contrariou posicionamento oficial da legenda e aderiu aos nomes tucanos do governador Geraldo Alckmin, ao Estado, e do senador Aécio Neves, ao Planalto. O dirigente assegurou que tenta atrair novas lideranças na região e Capital, como política interna de oxigenação do partido, mas admitiu que, diante do pouco tempo do prazo eleitoral, a sigla deve apoiar “pré-candidaturas que já estejam consolidadas no processo”.

Após intervenção da executiva nacional, Mussi substituiu o também parlamentar federal Paulo Maluf no comando, depois de ser o segundo mais votado na concorrência por vaga na Câmara, com 156 mil votos, atrás somente do ex-prefeito de São Paulo. Ele alegou que tem analisado o cenário regional “com calma” em função da alta densidade eleitoral – dois milhões de eleitores nas sete cidades. “Temos interesse em formar grupo forte no Grande ABC da legenda, pois hoje não há grande representatividade”, reconheceu. Sigla tem só dois vereadores na região: Chico Bento em São Caetano e Adelto Cachorrão em Mauá.

Por meio de interlocutores da estadual, o PP chegou a fazer, recentemente, ofensiva sobre o ex-prefeito de Santo André Aidan Ravin (PSB). A articulação era no sentido de filiá-lo para encabeçar dobrada ao Paço pelas fileiras progressistas, porém, o plano naufragou. “Estamos buscando bons quadros, mas de fato não avançou as conversas com o Aidan, figura popular. Só que ele selou compromisso com o PSB e vamos respeitar. Tiramos o pé”, disse, ao citar que “não está descartado, entretanto, o partido integrar a mesma chapa”, como vice. “O PSB é nosso aliado.”

Estendendo aos demais municípios da região, Mussi acrescentou outros quadros ainda em raias opostas ao PT. O presidente mencionou diálogo com o prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), que concorrerá à reeleição, e com o deputado estadual Orlando Morando (PSDB), pré-candidato em São Bernardo. “São relações de proximidade (política). Estamos na fase de conversas, em busca de alternativas pelo melhor caminho.” A proposta do PP é criar a partir da próxima eleição um bloco viável de quarta via às lideranças já concretizadas nas principais regiões metropolitanas de São Paulo.

ESPAÇO
Apesar das afinidades no campo político, o dirigente rechaçou que exista “demanda de preferência”. Ele frisou que houve adesão particular a tucanos, no entanto, não se firmou qualquer compromisso, por exemplo, com o governo estadual por espaço. “Não fazemos parte da administração Alckmin. Estamos livres para debater.” Em 2014, o PP apoiou Dilma Rousseff (PT) à Presidência e Paulo Skaf (PMDB) ao Palácio dos Bandeirantes.  



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PP aponta que não há diretriz de apoio ao PSDB

Presidente estadual da sigla, Mussi tenta atrair lideranças no Grande ABC e nega preferência

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

31/08/2015 | 07:00


Presidente paulista do PP, o deputado federal Guilherme Mussi sinalizou que não há diretriz por apoio a candidaturas ligadas ao PSDB no Grande ABC às eleições de 2016. Refuta expectativas, embora no pleito do ano passado, o parlamentar contrariou posicionamento oficial da legenda e aderiu aos nomes tucanos do governador Geraldo Alckmin, ao Estado, e do senador Aécio Neves, ao Planalto. O dirigente assegurou que tenta atrair novas lideranças na região e Capital, como política interna de oxigenação do partido, mas admitiu que, diante do pouco tempo do prazo eleitoral, a sigla deve apoiar “pré-candidaturas que já estejam consolidadas no processo”.

Após intervenção da executiva nacional, Mussi substituiu o também parlamentar federal Paulo Maluf no comando, depois de ser o segundo mais votado na concorrência por vaga na Câmara, com 156 mil votos, atrás somente do ex-prefeito de São Paulo. Ele alegou que tem analisado o cenário regional “com calma” em função da alta densidade eleitoral – dois milhões de eleitores nas sete cidades. “Temos interesse em formar grupo forte no Grande ABC da legenda, pois hoje não há grande representatividade”, reconheceu. Sigla tem só dois vereadores na região: Chico Bento em São Caetano e Adelto Cachorrão em Mauá.

Por meio de interlocutores da estadual, o PP chegou a fazer, recentemente, ofensiva sobre o ex-prefeito de Santo André Aidan Ravin (PSB). A articulação era no sentido de filiá-lo para encabeçar dobrada ao Paço pelas fileiras progressistas, porém, o plano naufragou. “Estamos buscando bons quadros, mas de fato não avançou as conversas com o Aidan, figura popular. Só que ele selou compromisso com o PSB e vamos respeitar. Tiramos o pé”, disse, ao citar que “não está descartado, entretanto, o partido integrar a mesma chapa”, como vice. “O PSB é nosso aliado.”

Estendendo aos demais municípios da região, Mussi acrescentou outros quadros ainda em raias opostas ao PT. O presidente mencionou diálogo com o prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), que concorrerá à reeleição, e com o deputado estadual Orlando Morando (PSDB), pré-candidato em São Bernardo. “São relações de proximidade (política). Estamos na fase de conversas, em busca de alternativas pelo melhor caminho.” A proposta do PP é criar a partir da próxima eleição um bloco viável de quarta via às lideranças já concretizadas nas principais regiões metropolitanas de São Paulo.

ESPAÇO
Apesar das afinidades no campo político, o dirigente rechaçou que exista “demanda de preferência”. Ele frisou que houve adesão particular a tucanos, no entanto, não se firmou qualquer compromisso, por exemplo, com o governo estadual por espaço. “Não fazemos parte da administração Alckmin. Estamos livres para debater.” Em 2014, o PP apoiou Dilma Rousseff (PT) à Presidência e Paulo Skaf (PMDB) ao Palácio dos Bandeirantes.  

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