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Capital Montevidéu


Christiane Ferreira
Enviada ao Uruguai

19/08/2010 | 07:01


Ao pisar em Montevidéu, a capital uruguaia, é possível perceber a hospitalidade do povo. Impossível não fazer comparação com a amabilidade dos brasileiros. Há outro ponto em comum: uruguaios também têm uma rixa com los hermanos argentinos. E claro: são apaixonados por futebol.

Situado às margens do Rio da Prata, o Uruguai integra parte dos pampas, que também se estendem por Argentina e Brasil. Cerca de 90% da população vive em cidades e quase metade mora na capital.

A principal praça de Montevidéu é a da Independência, a maior da capital, datada de 1836.

A Cidade Velha é ótima opção de passeio se o visitante quiser conhecer o dia a dia da vida popular. Bares com o encanto de épocas antigas, galerias de arte, casa de antiguidades e o famoso Mercado del Puerto fazem parte do local.

Entre as ruas Buenos Aires, Juncal e Reconquista está o Teatro Solís, um dos importantes ícones de Montevidéu. Com capacidade para 1.600 pessoas, teve seu processo de construção dividido em duas fases: o corpo central se edificou entre 1842 e 1856; e as alas, em 1869, sob o comando do arquiteto Victor Rabú.

A Puerta de la Ciudadela, uma das obras de engenharia mais importantes da América, pode ser vista entre as ruas Juncal e Sarandí. Outras atrações da capital são Catedral Metropolitana (Igreja Matriz), Palácio Legislativo, Praça Zabala, Obelisco dos Constituintes e o Monumento do Gaúcho, entre outros.

A Avenida 18 de Julho é uma das principais e concentra comércio com roupas, artigos típicos e couro.

Se houver um tempo, visite a feira de antiguidades da Praça Matriz, todos os sábados. Lá é possível encontrar antigas armas de guerra, relógios, máquinas fotográficas e coleções.

Para quem gosta de praia, vale dar uma volta pela La Costanera. Comece pela Cidade Velha, pela rambla (nome dado às avenidas à beira-mar), e vá caminhando até a praia de Pocitos.

Em Pocitos, edifícios modernos circundam a grande orla, com areia branca e fina. O local abriga comércios e vida noturna agitada.

HISTÓRIA
A região do atual Uruguai foi habitada até o século 12 pelos índios charruás, chanaés e guaranis. A história uruguaia é marcada por sucessivas brigas pela posse do terreno por portugueses e espanhóis. Por meio de uma aliança luso-brasileira, o Uruguai chegou a fazer parte do território brasileiro em 1821, sob o nome de Província Cisplatina.

A independência uruguaia foi declarada somente em 1825, pelo grupo conhecido como 33 Orientais, liderado por Juan Antonio Lavalleja. E foi ratificada somente em 1828.



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Capital Montevidéu

Christiane Ferreira
Enviada ao Uruguai

19/08/2010 | 07:01


Ao pisar em Montevidéu, a capital uruguaia, é possível perceber a hospitalidade do povo. Impossível não fazer comparação com a amabilidade dos brasileiros. Há outro ponto em comum: uruguaios também têm uma rixa com los hermanos argentinos. E claro: são apaixonados por futebol.

Situado às margens do Rio da Prata, o Uruguai integra parte dos pampas, que também se estendem por Argentina e Brasil. Cerca de 90% da população vive em cidades e quase metade mora na capital.

A principal praça de Montevidéu é a da Independência, a maior da capital, datada de 1836.

A Cidade Velha é ótima opção de passeio se o visitante quiser conhecer o dia a dia da vida popular. Bares com o encanto de épocas antigas, galerias de arte, casa de antiguidades e o famoso Mercado del Puerto fazem parte do local.

Entre as ruas Buenos Aires, Juncal e Reconquista está o Teatro Solís, um dos importantes ícones de Montevidéu. Com capacidade para 1.600 pessoas, teve seu processo de construção dividido em duas fases: o corpo central se edificou entre 1842 e 1856; e as alas, em 1869, sob o comando do arquiteto Victor Rabú.

A Puerta de la Ciudadela, uma das obras de engenharia mais importantes da América, pode ser vista entre as ruas Juncal e Sarandí. Outras atrações da capital são Catedral Metropolitana (Igreja Matriz), Palácio Legislativo, Praça Zabala, Obelisco dos Constituintes e o Monumento do Gaúcho, entre outros.

A Avenida 18 de Julho é uma das principais e concentra comércio com roupas, artigos típicos e couro.

Se houver um tempo, visite a feira de antiguidades da Praça Matriz, todos os sábados. Lá é possível encontrar antigas armas de guerra, relógios, máquinas fotográficas e coleções.

Para quem gosta de praia, vale dar uma volta pela La Costanera. Comece pela Cidade Velha, pela rambla (nome dado às avenidas à beira-mar), e vá caminhando até a praia de Pocitos.

Em Pocitos, edifícios modernos circundam a grande orla, com areia branca e fina. O local abriga comércios e vida noturna agitada.

HISTÓRIA
A região do atual Uruguai foi habitada até o século 12 pelos índios charruás, chanaés e guaranis. A história uruguaia é marcada por sucessivas brigas pela posse do terreno por portugueses e espanhóis. Por meio de uma aliança luso-brasileira, o Uruguai chegou a fazer parte do território brasileiro em 1821, sob o nome de Província Cisplatina.

A independência uruguaia foi declarada somente em 1825, pelo grupo conhecido como 33 Orientais, liderado por Juan Antonio Lavalleja. E foi ratificada somente em 1828.

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