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Estreante, Taka quer implantar gabinete contra a corrupção

André Henriques/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeiturável em Diadema pelo PSD sustenta que, se eleito, vai focar em ações para modificar sistema de trabalho em gestão pública


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

14/09/2016 | 07:00


Representante do PSD na disputa pelo cargo de prefeito de Diadema, o empresário Taka Yamauchi defendeu outro conceito de trabalho para a gestão pública, caso seja eleito em outubro. Entre as ações prioritárias para seu modelo de governo, defendido por ele “como alternativo e inovador”, está a criação de órgão específico para controle e de combate à corrupção. Aos 38 anos, Taka é um dos mais novos quadros políticos no município, disputando sua segunda eleição. Em 2012, concorreu ao cargo de vereador pelo PSDB, ficando na segunda suplência, após conquistar 990 votos.

A afirmativa do empresário foi debatida na tarde de ontem em mais uma rodada de sabatinas promovidas pelo Diário com candidatos a prefeito da região.

“Nosso plano é pautado em critério para traçar planejamento sério de trabalho, com o conceito partindo de que o prefeito é um servidor público. Neste aspecto, idealizamos criar agência de controle contra a corrupção, que vai englobar acompanhamento em todas as secretarias, a conduta dos funcionários e efetivar severidade no monitoramento do dinheiro público. O político comum, de carreira, não tem essa visão. Por isso, queremos ressaltar esse lado administrativo no setor privado para dentro da administração pública”, defendeu.

Sobre a pouca experiência política e a baixa votação obtida no pleito anterior, Taka citou apenas “que o momento é outro”. “Tudo está bem diferente da eleição anterior. Quando acabou a eleição (de 2012) fui cuidar da minha empresa. Não vivo da política. Busquei trabalhar para criar um plano de ações para a cidade”, comentou o pessedista.

Taka evitou tecer ataques incisivos aos rivais, pontuando apenas algumas críticas ao governo do prefeito Lauro Michels (PV), principalmente referindo-se ao setor da Saúde. “Continuo discordando da posição da atual gestão, que não prioriza as necessidades da cidade, como a Saúde. Quero humanizar toda essa Pasta. Outra situação é ficar batendo na tecla do projeto para reabrir o hospital infantil no bairro Jardim Nações. Para mim, há erro de estudo. Precisava ser mais próximo ao Centro.”

Taka, que teve nome homologado ao lado do tenente-coronel da Polícia Militar Marcel Soffner (PTC), postulante a vice, aproveita para dar ênfase em metas para a Segurança. Assegurou que vai promover integração entres as policias (Civil e Militar) e a GCM (Guarda Civil Municipal). “Só assim poderemos colocar, de maneira estratégica, os policiais para que combatam a criminalidade. Uma real interação nas discussões e ações para intervenções específicas para combater o crime”, adicionou.

O prefeiturável também abordou metas para a Educação, defendendo vínculo com o setor de lazer. “O jovem (de Diadema) anda perdido com a falta de conteúdo. Vamos colocar atividades nos parques, dos centros culturais e periferias.”  



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Estreante, Taka quer implantar gabinete contra a corrupção

Prefeiturável em Diadema pelo PSD sustenta que, se eleito, vai focar em ações para modificar sistema de trabalho em gestão pública

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

14/09/2016 | 07:00


Representante do PSD na disputa pelo cargo de prefeito de Diadema, o empresário Taka Yamauchi defendeu outro conceito de trabalho para a gestão pública, caso seja eleito em outubro. Entre as ações prioritárias para seu modelo de governo, defendido por ele “como alternativo e inovador”, está a criação de órgão específico para controle e de combate à corrupção. Aos 38 anos, Taka é um dos mais novos quadros políticos no município, disputando sua segunda eleição. Em 2012, concorreu ao cargo de vereador pelo PSDB, ficando na segunda suplência, após conquistar 990 votos.

A afirmativa do empresário foi debatida na tarde de ontem em mais uma rodada de sabatinas promovidas pelo Diário com candidatos a prefeito da região.

“Nosso plano é pautado em critério para traçar planejamento sério de trabalho, com o conceito partindo de que o prefeito é um servidor público. Neste aspecto, idealizamos criar agência de controle contra a corrupção, que vai englobar acompanhamento em todas as secretarias, a conduta dos funcionários e efetivar severidade no monitoramento do dinheiro público. O político comum, de carreira, não tem essa visão. Por isso, queremos ressaltar esse lado administrativo no setor privado para dentro da administração pública”, defendeu.

Sobre a pouca experiência política e a baixa votação obtida no pleito anterior, Taka citou apenas “que o momento é outro”. “Tudo está bem diferente da eleição anterior. Quando acabou a eleição (de 2012) fui cuidar da minha empresa. Não vivo da política. Busquei trabalhar para criar um plano de ações para a cidade”, comentou o pessedista.

Taka evitou tecer ataques incisivos aos rivais, pontuando apenas algumas críticas ao governo do prefeito Lauro Michels (PV), principalmente referindo-se ao setor da Saúde. “Continuo discordando da posição da atual gestão, que não prioriza as necessidades da cidade, como a Saúde. Quero humanizar toda essa Pasta. Outra situação é ficar batendo na tecla do projeto para reabrir o hospital infantil no bairro Jardim Nações. Para mim, há erro de estudo. Precisava ser mais próximo ao Centro.”

Taka, que teve nome homologado ao lado do tenente-coronel da Polícia Militar Marcel Soffner (PTC), postulante a vice, aproveita para dar ênfase em metas para a Segurança. Assegurou que vai promover integração entres as policias (Civil e Militar) e a GCM (Guarda Civil Municipal). “Só assim poderemos colocar, de maneira estratégica, os policiais para que combatam a criminalidade. Uma real interação nas discussões e ações para intervenções específicas para combater o crime”, adicionou.

O prefeiturável também abordou metas para a Educação, defendendo vínculo com o setor de lazer. “O jovem (de Diadema) anda perdido com a falta de conteúdo. Vamos colocar atividades nos parques, dos centros culturais e periferias.”  

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