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Por dentro do automóvel


Sueli Osório
Do Diário do Grande ABC

02/05/2007 | 07:05


Alguns anos atrás, na hora de escolher um carro, as pessoas prestavam mais atenção à aparência externa do que ao interior do veículo. Hoje, essa postura mudou bastante. Como os ocupantes ficam cada vez mais tempo no automóvel, o conforto e a funcionalidade do lado de dentro se tornaram muito importantes.

“Começamos um carro justamente pelo interior, colocando uma pessoa sentada e verificando o acesso aos comandos, ao volante e a outros itens”, explica Marco José Bodra, supervisor de Design da Volkswagen. Segundo ele, as pesquisas feitas pelo departamento de Marketing ajudam muito a delinear as necessidades dos consumidores, como a existência de porta-objetos para colocar os pertences.

Alguns aspectos fundamentais para a condução devem ser observados. “O painel de instrumentos, por exemplo, tem de estar na linha dos olhos, já que traz informações sobre a condução do veículo; os bancos devem ser confortáveis”, diz Bodra.

Para Dagoberto Tribia, supervisor de Design da GM, o maior desafio é aliar funcionalidade, ergonomia, segurança e beleza. E tudo isso pensando no futuro. “Trabalhamos projetando carros que estarão na rua daqui a três, cinco anos. Então, precisamos prever também que tecnologia teremos lá na frente para adequar o design às necessidades que o consumidor terá”, diz.

Tribia explica que é preciso criar espaços para que as pessoas coloquem acessórios, como navegador, celular com bluetooth etc.

Adília Afonso, supervisora de Design de Cor e Acabamento da Ford, lembra que o acabamento é a parte mais visível do interior e também onde as pessoas tocam. “É preciso que os tecidos tenham toque agradável, fazemos pesquisas de cores, fios, texturas.”

Bodra complementa dizendo que os materiais utilizados não podem ser extravagantes para não cansarem. “Tudo deve ser harmonioso e ter alta resistência. Imagine o tecido de um banco que fica exposto ao sol.”

E o conjunto, na opinião de Tribia, tem de estar totalmente solucionado na visão do consumidor. “Não pode ter buracos, desnível de peças, tudo deve estar bem coberto, sem rebarbas para não machucar”, conclui.



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Por dentro do automóvel

Sueli Osório
Do Diário do Grande ABC

02/05/2007 | 07:05


Alguns anos atrás, na hora de escolher um carro, as pessoas prestavam mais atenção à aparência externa do que ao interior do veículo. Hoje, essa postura mudou bastante. Como os ocupantes ficam cada vez mais tempo no automóvel, o conforto e a funcionalidade do lado de dentro se tornaram muito importantes.

“Começamos um carro justamente pelo interior, colocando uma pessoa sentada e verificando o acesso aos comandos, ao volante e a outros itens”, explica Marco José Bodra, supervisor de Design da Volkswagen. Segundo ele, as pesquisas feitas pelo departamento de Marketing ajudam muito a delinear as necessidades dos consumidores, como a existência de porta-objetos para colocar os pertences.

Alguns aspectos fundamentais para a condução devem ser observados. “O painel de instrumentos, por exemplo, tem de estar na linha dos olhos, já que traz informações sobre a condução do veículo; os bancos devem ser confortáveis”, diz Bodra.

Para Dagoberto Tribia, supervisor de Design da GM, o maior desafio é aliar funcionalidade, ergonomia, segurança e beleza. E tudo isso pensando no futuro. “Trabalhamos projetando carros que estarão na rua daqui a três, cinco anos. Então, precisamos prever também que tecnologia teremos lá na frente para adequar o design às necessidades que o consumidor terá”, diz.

Tribia explica que é preciso criar espaços para que as pessoas coloquem acessórios, como navegador, celular com bluetooth etc.

Adília Afonso, supervisora de Design de Cor e Acabamento da Ford, lembra que o acabamento é a parte mais visível do interior e também onde as pessoas tocam. “É preciso que os tecidos tenham toque agradável, fazemos pesquisas de cores, fios, texturas.”

Bodra complementa dizendo que os materiais utilizados não podem ser extravagantes para não cansarem. “Tudo deve ser harmonioso e ter alta resistência. Imagine o tecido de um banco que fica exposto ao sol.”

E o conjunto, na opinião de Tribia, tem de estar totalmente solucionado na visão do consumidor. “Não pode ter buracos, desnível de peças, tudo deve estar bem coberto, sem rebarbas para não machucar”, conclui.

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