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Lula acerta jantar com PMDB



06/04/2007 | 07:10


Na quarta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai jantar com 150 peemedebistas, entre governadores, ministros e parlamentares. A primeira reunião formal com o maior partido da coalizão foi marcada ontem, menos de 24 horas depois de o presidente ter dito em um jantar com senadores petistas que não quer ficar refém do PMDB no governo. Quem levou o convite ao Planalto foi o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que será o anfitrião do encontro.

Antes mesmo de o presidente Lula confirmar sua presença, Renan já havia acertado com o presidente nacional do PMDB, deputado Michel Temer (SP), que ele recepcionaria os convidados, mas todas as despesas do jantar seriam pagas pelo partido. Porém a conta mais cara, dos custos da parceria com os peemedebistas, vem sendo cobrada do Tesouro a conta-gotas, não só na negociação dos cinco ministérios do PMDB, já finalizada, como dos cargos do segundo escalão federal, ainda em curso.

Além dos cinco ministros (das Minas e Energia, Integração Nacional, Agricultura, Saúde e Comunicações), a lista de convidados inclui os sete governadores do partido (RJ, ES, PR SC, TO, AM e MS), os 27 presidentes dos diretórios estaduais, a bancada do PMDB na Câmara, com 93 deputados, e os 20 senadores. Todos, inclusive aqueles que se declararam de oposição, como o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), ou independentes, como o senador Mão Santa (DF), estão recebendo convites, por escrito, dando conta de que a atração principal do jantar será o presidente Lula.

“Não tem nenhum incêndio para a gente apagar no PMDB do Senado, mas a convivência do presidente com a base é importante e sempre facilita muito”, atesta o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). “Para usar as metáforas futebolísticas, de que o presidente tanto gosta, eu diria que Lula é um artilheiro que tem que estar no jogo político porque, quando ele entra em campo, faz gol”, disse.

De fato, no que se refere aos senadores do PMDB o maior desafio do governo já foi vencido: o de acalmar o presidente da Casa, depois da derrota de Renan nas disputas pela presidência da Câmara e do próprio partido. Os dois episódios desgastaram a relação de Renan com o presidente Lula, a ponto de o senador ter anunciado que submeteria a voto, já na próxima semana, ao menos parte dos vetos presidenciais a projetos a provados pelo Congresso.


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