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Reunião no PT termina sem avanço em Diadema

Bancada e Vicentinho se encontram, mas ninguém retira projeto de candidatura a prefeito em 2016


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

25/11/2015 | 07:00


A primeira reunião da bancada do PT com o deputado federal Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho, não solucionou o impasse a respeito de quem irá assumir a cabeça da chapa petista na eleição à Prefeitura de Diadema. Vereadores e Vicentinho evitaram recuar no projeto de candidatura na cidade, e a indefinição tende a se arrastar para o próximo ano.

Eles se encontraram anteontem à noite, na Câmara, pela primeira vez desde que Vicentinho transferiu seu título de São Bernardo para Diadema e se colocou como alternativa ao pleito se o ex-prefeito José de Filippi Júnior desistir de buscar o quarto mandato. No fim de setembro, quando efetivou mudança de domicílio eleitoral, Vicentinho pediu reunião com a bancada de vereadores, mas foi recebido no diretório com hostilidade.

Durante a reunião, Vicentinho falou que seria candidato a prefeito de Diadema se o diretório assim quisesse, refutando, porém, participar de prévia. Do outro lado, os vereadores José Antônio da Silva e Manoel Eduardo Marinho, o Maninho, sustentaram desejo de representar o petismo sob alegação que a bancada está um passo à frente dentro do partido na cidade para apresentar o nome a encabeçar a chapa.

“A reunião foi muito boa. Tivemos um debate franco. O Vicentinho precisava entender como estava o processo, não recebendo informações de terceiros. Em princípio, ele não quer retirar (a candidatura), mas não quer prévias também. A bancada entende que o melhor caminho não é ter prévias, mas está preparada para enfrentá-la se essa for a única saída”, relatou Maninho.

Zé Antônio também afirmou que a “conversa foi muito boa” e que, independentemente de falta de progresso em torno da construção da candidatura do PT, o importante “é ter o partido unificado para a eleição”. “A discussão foi válida, temos de definir tudo de forma coletiva. Mas acredito que é a vez da bancada, que fez a lição de casa, combateu esse governo que aí está, tem legitimidade”, adicionou o petista, citando o trabalho na oposição à administração do prefeito Lauro Michels (PV), que em 2016 tentará a reeleição. 



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Reunião no PT termina sem avanço em Diadema

Bancada e Vicentinho se encontram, mas ninguém retira projeto de candidatura a prefeito em 2016

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

25/11/2015 | 07:00


A primeira reunião da bancada do PT com o deputado federal Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho, não solucionou o impasse a respeito de quem irá assumir a cabeça da chapa petista na eleição à Prefeitura de Diadema. Vereadores e Vicentinho evitaram recuar no projeto de candidatura na cidade, e a indefinição tende a se arrastar para o próximo ano.

Eles se encontraram anteontem à noite, na Câmara, pela primeira vez desde que Vicentinho transferiu seu título de São Bernardo para Diadema e se colocou como alternativa ao pleito se o ex-prefeito José de Filippi Júnior desistir de buscar o quarto mandato. No fim de setembro, quando efetivou mudança de domicílio eleitoral, Vicentinho pediu reunião com a bancada de vereadores, mas foi recebido no diretório com hostilidade.

Durante a reunião, Vicentinho falou que seria candidato a prefeito de Diadema se o diretório assim quisesse, refutando, porém, participar de prévia. Do outro lado, os vereadores José Antônio da Silva e Manoel Eduardo Marinho, o Maninho, sustentaram desejo de representar o petismo sob alegação que a bancada está um passo à frente dentro do partido na cidade para apresentar o nome a encabeçar a chapa.

“A reunião foi muito boa. Tivemos um debate franco. O Vicentinho precisava entender como estava o processo, não recebendo informações de terceiros. Em princípio, ele não quer retirar (a candidatura), mas não quer prévias também. A bancada entende que o melhor caminho não é ter prévias, mas está preparada para enfrentá-la se essa for a única saída”, relatou Maninho.

Zé Antônio também afirmou que a “conversa foi muito boa” e que, independentemente de falta de progresso em torno da construção da candidatura do PT, o importante “é ter o partido unificado para a eleição”. “A discussão foi válida, temos de definir tudo de forma coletiva. Mas acredito que é a vez da bancada, que fez a lição de casa, combateu esse governo que aí está, tem legitimidade”, adicionou o petista, citando o trabalho na oposição à administração do prefeito Lauro Michels (PV), que em 2016 tentará a reeleição. 

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