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Petrobras descarta incremento em plano



03/09/2010 | 07:05


A definição do acordo de cessão onerosa de 5 bilhões de barris para União para a Petrobras não deve resultar em mudanças substanciais no valor do atual plano de investimentos da estatal, estimado em US$ 224 bilhões entre 2010 e 2014.

O comentário foi feito ontem pelo presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, durante teleconferência com analistas. "Nos próximos quatro anos teremos basicamente investimentos exploratórios (na nova área). São investimentos muito grandes para qualquer padrão, mas não são materiais dentro do plano da Petrobras no período."

Ao ser questionado se o investimento adicional poderia ser considerado marginal, Gabrielli foi cauteloso ao destacar que não poderia fazer essa análise, uma vez que o próprio plano ainda poderia ser alterado. "É possível que alguns projetos sejam deslocados no tempo. Não os prioritários, mas os menores", revela Gabrielli.

No mês passado, o diretor financeiro e de Relações com Investidores Almir Barbassa informou que o plano do período entre 2010 e 2014 ainda não considerava futuros aportes na exploração do pré-sal da área incluída na cessão onerosa.

O ministro de Minas e Energia, Marcio Zimmermann, disse que o contrato da cessão onerosa de até 5 bilhões de barris à Petrobras estará pronto para ser assinado, a partir da próxima semana.

O documento está sendo analisado e revisado pelo departamento jurídico do ministério para que possa ser liberado para assinatura. Por esse contrato, a União transfere para a Petrobras o direito de exploração de seis campos do pré-sal até esse volume de 5 bilhões de barris.

O ministro de Minas e Energia lembra ainda que a cessão onerosa dessas reservas será revisada a cada quatro anos, a partir da data da assinatura.

Essas revisões servirão para ajustar as áreas cedidas ao volume de 5 bilhões de barris. Assim, por exemplo, se nos primeiros quatro anos a Petrobras descobrir que em uma ou duas das seis áreas estão os 5 bilhões de barris - os demais campos que foram cedidos serão devolvidos à União para serem oferecidos à exploração no regime de partilhas.



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