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Marcelinho de novo na frente da Fiel


Nelson Cilo
Do Diário do Grande ABC

15/03/2009 | 07:16


Ao tomar conhecimento de que Ronaldo não enfrenta o Santo André, Marcelinho Carioca disse que o esperado e agora improvável duelo seria irrelevante no confronto de hoje, às 16h, diante do Timão. "O Corinthians está bem acima de mim e do Ronaldo. A gente passa e a instituição permanece. Mas tem coisas que não se apaga. Somos dois personagens que já estão na história do clube", orgulha-se o Pé-de-Anjo, que hoje irá reencontrar a Fiel. "Não diria que não vou sentir nada. Seria uma tremenda hipocrisia. O coração sempre bate mais forte", conta.

Ao reprisar a trajetória no Corinthians, Marcelinho reconhece que conseguiu escrever capítulos mais longos do que Ronaldo. "Não, nunca sentiria ciúmes dele. Isso é bobagem. No meu caso, foram dez títulos e mais de 200 gols. Não é pouco. Só que cada um pode ocupar espaços diferentes", acredita.

Marcelinho não nega um grande respeito pelo astro Ronaldo, a quem conheceu de perto na Seleção Brasileira comandada pelo técnico Zagallo na temporada de 1993. "Ele ainda era um menino de apenas 17 anos. De lá para cá, aconteceram muitas turbulências na carreira dele. Há quem o critique, mas taí um cara do bem. Ele superou muitos desafios na vida", exemplifica Marcelinho, ao se referir às graves contusões no joelho de um dos inconfundíveis artilheiros do futebol mundial.

Apesar de tudo, Marcelinho não admite nenhum tipo de tietagem pelo estilo de Ronaldo. Segundo ele, há, sim, uma espécie de ótica que não mistura à idolatria. "Isso nunca. O Ronaldo é uma referência importante no meio do futebol. É assim que o vejo", elogia.

Independentemente da ausência ou da presença de Ronaldo, Marcelinho aposta na vitória do Santo André. "Não duvidamos dos limites do Corinthians, mas vamos atacar. Os três pontos em casa nos manterão no G-4 (o grupo dos quatro primeiros colocados na tabela do Campeonato Paulista). Se a gente ganha de um adversário do tamanho do Corinthians, entraremos definitivamente na briga pela vaga", analisa o meia, que na manhã de ontem encarou testes de campo. A contratura na panturrilha parou de incomodá-lo, mas haverá outra avaliação nos vestiários. "Ah, é? Nada me deixa de fora", avisa.

Cicinho esquece as ‘pedaladas' que já havia ensaiado

Cicinho ainda não sabia que Ronaldo estaria ausente do esperado confronto de hoje à tarde, no Estádio Bruno Daniel, entre Santo André e Corinthians. A presença do Fenômeno era tudo aquilo que o lateral havia sonhado nos últimos dias. "Nunca neguei que o Ronaldo é o meu ídolo. Não tenho nenhum receio de assumir isso publicamente. Mas tem um detalhe. Se fosse possível, eu pedalaria na frente dele", brinca.

Apesar da promessa de Cicinho, feita após a goleada sobre o Mogi Mirim, o ala-direito soube na noite de sexta-feira que Ronaldo não fica nem no banco de reservas para eventualmente aparecer no segundo tempo. "Pedalaria, sim, mas não iria desrespeitá-lo. A grandeza dele não permitiria qualquer gesto de humilhação", disse.

A irreverência de Cicinho já levou Dentinho a pegá-lo mais forte no Paulistão de 2008. O resultado terminou em 1 a 1. Marcelinho abriu a contagem e Elias igualou o placar. De repente, Cicinho começou a bailar no momento em que Dentinho acertou-o e saiu expulso.



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