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Diniz Lopes pede campanha ética e sem baixaria


Adriana Ferraz
Do Diário do Grande ABC

29/09/2008 | 07:25


"A baixaria não pode tomar conta da campanha. Diferentemente dos meus adversários, faço campanha ética. Do outro lado, o sujo fica falando do mal-lavado", disse, ontem, o candidato tucano à Prefeitura de Mauá, Diniz Lopes, sobre Oswaldo Dias (PT) e Chiquinho do Zaíra (PSB). Em carreata pelo Jardim Itapark, o prefeiturável desafiou quem pudesse lhe criticar. "Ninguém fala de mim porque tenho proposta e estou do lado do povo."

O discurso foi baseado no comentário da deputada estadual Vanessa Damo (PV), que chamou o petista de ‘vagabundo' durante comício no sábado. "Ela representa a cidade. Não pode dar mau exemplo. Defendo uma campanha limpa, por isso gasto meu tempo levando propostas à pessoas. Só hoje, mais de 1.500 militantes estão nas ruas, pedindo voto para estarmos no segundo turno", completou Diniz.

Ontem, Oswaldo Dias manteve a linha de não comentar a postura de seus adversários. "Peço somente oração para essas pessoas, para que elas se tornem mais mansas de coração. Nunca disse uma palavra pesada sobre o pai dela (o atual prefeito, Leonel Damo), a quem fazemos oposição. Isso tudo faz parte de um jogo desesperado e também de falta de preparo. Não temos de cultivar ódio, isso não faz bem a ninguém e não agrega nada na campanha", afirmou o petista.

O prefeiturável manteve a agenda e visitou 12 bairros da cidade com carro de som. "Estamos crescendo cada vez mais. Nesta última semana, a caminhada continua, pela vitória." Na noite de ontem, havia comício marcado no Parque das Américas. O socialista Mateus Prado (Psol) não divulgou ontem atividade de campanha. O candidato do Psol, que soma 2% no último levantamento Diário/Ibope, na quinta-feira, tem diminuído o ritmo, às vésperas da eleição.

Ficha limpa - Chiquinho do Zaíra manteve ontem a estratégia de divulgar sua ‘ficha limpa'. "Vocês podem pesquisar meu passado. Tenho orgulho em dizer que não vão encontrar nada. Vamos tratar essa cidade com respeito. As avenidas serão monitoradas com câmaras de tal forma que os bandidos vão ter de pensar bem antes de roubar um pai de família", afirmou.

O vice na chapa, Paulo Bio, comparou Oswaldo a Paulo Maluf. "É igual. Os dois têm um monte de processos, mas dizem que nunca foram condenados. O Oswaldo, inclusive, corre o risco de ser cassado se for eleito", afirmou.

Em caminhada pelas ruas do Jardim Campo Verde, o prefeiturável - que representa o atual governo - fez críticas indiretas à administração. "A saúde vai melhorar, não vai faltar remédio nem médico nos postos de saúde." Em agosto, a empresa contratada pela Prefeitura para fornecer remédios à população deixou de repor os estoques por falta de pagamento.



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