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PIB sobe 0,7% de janeiro a setembro


Pedro Souza
Do Diário do Grande ABC

01/12/2012 | 07:01


 

A produção de riquezas do País não foi como o governo federal esperava. O PIB (Produto Interno Bruto) cresceu apenas 0,6% no terceiro trimestre, contra o trimestre anterior, 0,9%, sobre igual período de 2011, e no acumulado entre janeiro e setembro, 0,7%, na comparação anual.

 

Desta maneira, o resultado acumulado nos nove primeiros meses deixou o indicador quase na metade do caminho até a estimativa do governo federal, de alta de 1,6%, conforme último relatório trimestral de inflação do Banco Central. O resultado do PIB foi apresentado ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os resultados estão com ajuste sazonal.

Por meio do site de sua Pasta, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, se mostrou otimista quanto ao resultado, mesmo consciente de que a variação frente ao trimestre anterior, de 0,6%, foi inferior às expectativas do governo federal e até do mercado, que giravam em torno de acréscimo de 1%. Ele afirmou estar satisfeito com o resultado das medidas de estímulo tomadas pelo Executivo durante este ano e lembrou que o crescimento do primeiro trimestre foi de 0,1% e do segundo, 0,2%.

Por outro lado, os analistas se mostraram decepcionados e revisaram suas estimativas.

A agência classificadora de risco de crédito Austin Rating mudou sua previsão de expansão do PIB de 2012 de 1,7% para 0,9%.

O professor e coordenador do Centro de Macroeconomia Aplicada da Escola de Economia da FGV-SP (Fundação Getulio Vargas de São Paulo), Emerson Marçal, avaliou que o PIB deve fechar o ano abaixo de 1%. Ele disse que o governo precisa mudar o foco para o longo prazo, principalmente reforçando o investimento no Brasil.

Presidente da Fiesp e do Ciesp (Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf afirmou que o resultado já era esperado, principalmente pela alta carga tributária, que, segundo ele, reduz o potencial de investimento e de produção das empresas.

 

 



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