Fechar
Publicidade

Sábado, 15 de Maio

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

economia@dgabc.com.br | 4435-8057

Sindicalistas protestam em SP pedindo redução de juros



29/11/2011 | 10:46


Começou por volta das 10h20 o ato das centrais sindicais em frente à sede do Banco Central (BC) em São Paulo para pressionar pela redução da taxa básica de juros (Selic) na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que terminará amanhã (30), em Brasília. A manifestação foi convocada por Força Sindical, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e União Geral dos Trabalhadores (UGT). As entidades esperam cerca de 500 pessoas no ato.

 

Desde agosto, quando promoveu o primeiro de dois cortes de 0,5 ponto porcentual, o Banco Central vem reduzindo a taxa de juros, atualmente em 11,5% ao ano. A redução apresentada até agora pelo Copom é considerada, no entanto, "tímida" pelas centrais sindicais. "O Brasil ainda tem uma das maiores taxas de juros do mundo", disse o presidente da Força Sindical, deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho, que está presente no ato realizado na Avenida Paulista. "Apesar do ciclo de redução visto nas últimas reuniões, temos de continuar dizendo ao governo que é preciso reduzir juros para gerar empregos e estimular a produção, e não dar força à especulação."

 

Paulinho disse que um possível corte de 0,5 ponto porcentual, porcentual esperado pela maioria dos analistas de mercado, é "muito pouco". "Para mostrar que o governo está comprometido para valer com a produção nacional, o corte tem de ser de pelo menos 1 ponto porcentual", afirmou o dirigente sindical. De acordo com ele, esse movimento de queda mais agressivo não teria reflexo na inflação, pois a alta de preços estaria "controlada" e aceleraria a queda para um patamar razoável. "O objetivo é que a Selic fique abaixo dos dois dígitos, em torno de 9% ao ano", disse.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Sindicalistas protestam em SP pedindo redução de juros


29/11/2011 | 10:46


Começou por volta das 10h20 o ato das centrais sindicais em frente à sede do Banco Central (BC) em São Paulo para pressionar pela redução da taxa básica de juros (Selic) na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que terminará amanhã (30), em Brasília. A manifestação foi convocada por Força Sindical, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e União Geral dos Trabalhadores (UGT). As entidades esperam cerca de 500 pessoas no ato.

 

Desde agosto, quando promoveu o primeiro de dois cortes de 0,5 ponto porcentual, o Banco Central vem reduzindo a taxa de juros, atualmente em 11,5% ao ano. A redução apresentada até agora pelo Copom é considerada, no entanto, "tímida" pelas centrais sindicais. "O Brasil ainda tem uma das maiores taxas de juros do mundo", disse o presidente da Força Sindical, deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho, que está presente no ato realizado na Avenida Paulista. "Apesar do ciclo de redução visto nas últimas reuniões, temos de continuar dizendo ao governo que é preciso reduzir juros para gerar empregos e estimular a produção, e não dar força à especulação."

 

Paulinho disse que um possível corte de 0,5 ponto porcentual, porcentual esperado pela maioria dos analistas de mercado, é "muito pouco". "Para mostrar que o governo está comprometido para valer com a produção nacional, o corte tem de ser de pelo menos 1 ponto porcentual", afirmou o dirigente sindical. De acordo com ele, esse movimento de queda mais agressivo não teria reflexo na inflação, pois a alta de preços estaria "controlada" e aceleraria a queda para um patamar razoável. "O objetivo é que a Selic fique abaixo dos dois dígitos, em torno de 9% ao ano", disse.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;