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Suárez agradece família e revela que pediu para sair

Orlando Filho/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Autor dos dois gols do Uruguai, o jogador
diz que suportou dores até o fim da partida


Thiago Bassan
Do Diário do Grande ABC

20/06/2014 | 07:00


Nos dias que antecederam o duelo diante da Inglaterra, o técnico Oscar Tabárez tentou minimizar a importância de Luis Suárez para o grupo, enfatizando que o Uruguai poderia vencer sem a presença do seu principal jogador. Mas bastou a bola rolar ontem na Arena Corinthians, em São Paulo, para que todos se rendessem ao talento do atacante.

Mesmo sentindo dores, o atleta topou o desafio de encarar alguns companheiros do Liverpool, time no qual joga na Europa. E se deu muito bem. Autor dos dois gols da vitória uruguaia, saiu de campo carregado pelos companheiros e não segurou a emoção.

“Evidentemente – depois de tudo o que vivi e ouvi falar sobre mim –, jogar contra a Inglaterra era importante. Era com o que eu sonhava, pensei nisso muitas vezes. Fiquei ainda mais emocionado por causa desse último mês, em que sofri muito por conta da lesão. Sem o apoio do time, da minha mulher e filhos, não estaria aqui. Gostaria de agradecê-los”, disse.

O atacante revelou também que quase pediu ao técnico para ser substituído aos 25 minutos do segundo tempo , quando o jogo ainda marcava o placar de 1 a 1. “Estava a ponto de pedir substituição, mas algo me disse para seguir. Tanto que, depois do gol, já não aguentava mais.”

Tabárez elogia atitude da sua equipe, mas admite falhas

A vitória que recolocou o Uruguai na briga pelas oitavas de final da Copa do Mundo não foi o único fator comemorado pelo técnico Oscar Tabárez após a partida. O comandante da Celeste preferiu elogiar mais a atitude dos seus jogadores em campo do que, propriamente, o resultado contra a Inglaterra.

“Hoje (ontem) tivemos uma postura forte, ofensiva e inteligente. Esse é o Ururguai que queremos, disposto a reverter situações adversas, sem medo de correr riscos. Deixamos claro que não estávamos mortos e conseguimos uma conquista importante. Nada está alcançado ainda, temos um caminho para percorrer, mas esse jogo nos trouxe tranquilidade e melhorou nossa autoestima”, comentou o treinador.

Entretanto, o comandante reconheceu algumas falhas na postura da sua equipe. “Erramos em certo momento do jogo e a Inglaterra chegou ao nosso gol, conseguindo empatar. Esta hora foi muito difícil, porque era uma seleção que vinha se erguendo. Depois, com categoria e resistência, deu para marcar”, destacou.

Ingleses não batem o martelo quanto à desclassificação

O desânimo era evidente entre os jogadores e torcedores ingleses ao fim da partida. Abatidos, os jogadores tentaram disfarçar que já jogaram a tolha em relação à classificação para as oitavas de final da Copa. Eles apostam na força da Itália nas duas últimas rodadas. Se a Azurra vencer os dois jogos, a Inglaterra terá de derrotar a Costa Rica para se classificar com boa margem de gols. “Essa situação é realmente um momento difícil. Acho que serão dias longos e esperamos que a Itália vença, e nós também. É tudo o que podemos fazer”, contou o zagueiro Gary Cahill.

O técnico Roy Hodgson foi um dos que mais se decepcionaram com o resultado. “Ficamos desapontados. Viemos com grandes esperanças e o que aconteceu não é o que desejávamos. É um dia triste”, disse.

Mesmo assim, Hodgson evitou apontar culpados. “Acho que todo mundo tentou o seu melhor. Lógico que o moral está baixo. Ninguém me decepcionou. Ninguém deixou o país na mão. Tivemos muitas oportunidades de gol e no jogo, como um todo, não demos muitas oportunidades. Pressionamos, mas não conseguimos marcar”, completou.



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Suárez agradece família e revela que pediu para sair

Autor dos dois gols do Uruguai, o jogador
diz que suportou dores até o fim da partida

Thiago Bassan
Do Diário do Grande ABC

20/06/2014 | 07:00


Nos dias que antecederam o duelo diante da Inglaterra, o técnico Oscar Tabárez tentou minimizar a importância de Luis Suárez para o grupo, enfatizando que o Uruguai poderia vencer sem a presença do seu principal jogador. Mas bastou a bola rolar ontem na Arena Corinthians, em São Paulo, para que todos se rendessem ao talento do atacante.

Mesmo sentindo dores, o atleta topou o desafio de encarar alguns companheiros do Liverpool, time no qual joga na Europa. E se deu muito bem. Autor dos dois gols da vitória uruguaia, saiu de campo carregado pelos companheiros e não segurou a emoção.

“Evidentemente – depois de tudo o que vivi e ouvi falar sobre mim –, jogar contra a Inglaterra era importante. Era com o que eu sonhava, pensei nisso muitas vezes. Fiquei ainda mais emocionado por causa desse último mês, em que sofri muito por conta da lesão. Sem o apoio do time, da minha mulher e filhos, não estaria aqui. Gostaria de agradecê-los”, disse.

O atacante revelou também que quase pediu ao técnico para ser substituído aos 25 minutos do segundo tempo , quando o jogo ainda marcava o placar de 1 a 1. “Estava a ponto de pedir substituição, mas algo me disse para seguir. Tanto que, depois do gol, já não aguentava mais.”

Tabárez elogia atitude da sua equipe, mas admite falhas

A vitória que recolocou o Uruguai na briga pelas oitavas de final da Copa do Mundo não foi o único fator comemorado pelo técnico Oscar Tabárez após a partida. O comandante da Celeste preferiu elogiar mais a atitude dos seus jogadores em campo do que, propriamente, o resultado contra a Inglaterra.

“Hoje (ontem) tivemos uma postura forte, ofensiva e inteligente. Esse é o Ururguai que queremos, disposto a reverter situações adversas, sem medo de correr riscos. Deixamos claro que não estávamos mortos e conseguimos uma conquista importante. Nada está alcançado ainda, temos um caminho para percorrer, mas esse jogo nos trouxe tranquilidade e melhorou nossa autoestima”, comentou o treinador.

Entretanto, o comandante reconheceu algumas falhas na postura da sua equipe. “Erramos em certo momento do jogo e a Inglaterra chegou ao nosso gol, conseguindo empatar. Esta hora foi muito difícil, porque era uma seleção que vinha se erguendo. Depois, com categoria e resistência, deu para marcar”, destacou.

Ingleses não batem o martelo quanto à desclassificação

O desânimo era evidente entre os jogadores e torcedores ingleses ao fim da partida. Abatidos, os jogadores tentaram disfarçar que já jogaram a tolha em relação à classificação para as oitavas de final da Copa. Eles apostam na força da Itália nas duas últimas rodadas. Se a Azurra vencer os dois jogos, a Inglaterra terá de derrotar a Costa Rica para se classificar com boa margem de gols. “Essa situação é realmente um momento difícil. Acho que serão dias longos e esperamos que a Itália vença, e nós também. É tudo o que podemos fazer”, contou o zagueiro Gary Cahill.

O técnico Roy Hodgson foi um dos que mais se decepcionaram com o resultado. “Ficamos desapontados. Viemos com grandes esperanças e o que aconteceu não é o que desejávamos. É um dia triste”, disse.

Mesmo assim, Hodgson evitou apontar culpados. “Acho que todo mundo tentou o seu melhor. Lógico que o moral está baixo. Ninguém me decepcionou. Ninguém deixou o país na mão. Tivemos muitas oportunidades de gol e no jogo, como um todo, não demos muitas oportunidades. Pressionamos, mas não conseguimos marcar”, completou.

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