Literatura Entre os anos 1980 e 1990, as pessoas não ligavam muito de acordar cedo aos domingos. A família se reunia na frente da TV e ficava na expectativa de ver um brasileiro correr na mais glamurosa modalidade do automobilismo, a Fórmula 1. Mas tudo mudou depois de 1° de maio de 1994, quando o tricampeão bateu na curva Tamburello, em Ímola, Itália. A história de superação daquele que ganhou status de herói nacional está na HQ Ayrton Senna – A Trajetória de Um Mito (Nemo, 48 págs., R$ 29,90).

A obra tem roteiro do jornalista francês e amigo de Senna Lionel Froissart e ilustrações dos belgas Christian Papazoglakis e Robert Paquet. Nos quadrinhos, estão momentos importantes da carreira do piloto, como a estreia na F-1, em 1984, no Grande Prêmio de Mônaco. A rivalidade com o francês Alain Prost, de quem foi companheiro de equipe, também é revelada.
E não poderia faltar uma das ocasiões mais emocionantes: a primeira vitória do brasileiro no País, em 1991, na qual completou a corrida usando apenas a sexta marcha. Talvez quem não tenha visto Senna nas pistas entenda por que ele ainda causa tanta comoção 20 anos após sua morte.

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