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Sto.André retoma obra
de hospital na Vila Luzita

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Equipamento deverá ser entregue até o fim do
ano que vem; a conclusão irá custar R$ 7,5 mi


Fábio Munhoz

19/02/2014 | 07:00


 Grana assina convênio para término das obras do hospital da Vila Luzita

O prefeito de Santo André, Carlos Grana (PT), assina hoje oito convênios com a Caixa Econômica Federal para a realização de obras na área da Saúde. O pacote de investimentos chega a R$ 20,5 milhões, sendo que R$ 18,8 milhões serão repassados pela União, enquanto o restante será aplicado por meio de contrapartida municipal.

O principal convênio será para retomada das obras do Hospital da Vila Luzita, paradas desde o fim de 2012. Serão necessários mais R$ 7,5 milhões para o término da construção. Deste total, R$ 6,9 milhões serão injetados pelo Ministério da Saúde. A previsão é de que os serviços sejam recomeçados, efetivamente, em período de até seis meses, já que será necessário refazer os processos de contratação. A previsão é de que o equipamento fique pronto no fim do ano que vem.

Grana explica que o projeto inicial foi alterado. Com isso, o número de leitos passará de 60 para 75. “A planta original previa rampa de acesso ao pavimento superior. Fizemos uma alteração e vamos colocar elevadores, o que permite ganho de espaço para construção de mais quartos”, explica.

O prefeito acrescenta que o hospital terá o perfil de retaguarda. Ou seja, a unidade será destinada a pacientes crônicos com longo período de internação. Segundo o petista, o aumento no número de leitos irá diminuir a demanda do CHM (Complexo Hospitalar Municipal), localizado na Vila Assunção. “Com isso, teremos mais espaço para atender pessoas em situação de urgência e emergência, salienta o chefe do Executivo. Os outros sete convênios serão destinados a postos de atendimento psicossocial (veja tabela completa acima).

 

HISTÓRICO

 

As obras do hospital da Vila Luzita foram iniciadas em setembro de 2011 pelo então prefeito Aidan Ravin (PSB). No ano seguinte, o empreendimento teve prazo de entrega adiado por três vezes, mas os serviços foram interrompidos depois da eleição municipal, quando o então mandatário foi derrotado pelo petista. Inicialmente, a previsão era de que o centro hospitalar custasse R$ 3,5 milhões, valor insuficiente para a construção.

 

Cidade terá mais sete unidades para atendimento psicossocial

 

Além da finalização das obras do hospital da Vila Luzita, os outros convênios assinados hoje entre a Prefeitura de Santo André e a Caixa Econômica Federal incluem a construção de mais sete unidades para atendimento psicossocial na cidade.

Serão quatro Caps (Centros de Atendimento Psicossocial): dois para adultos e outros dois infantojuvenis. Um de cada centro dividido conforme a faixa etária será destinado ao tratamento de usuários com problemas ligado ao consumo de álcool e outras drogas. Ao todo, os quatro postos irão custar R$ 10 milhões, sendo 90% investidos pelo governo federal e o restante pela Prefeitura, como contrapartida municipal.

Serão feitas três UAs (Unidades de Acolhimento): duas para adultos e uma para crianças e adolescentes. As construções irão demandar R$ 3 milhões. As UAs funcionam como componente de atenção residencial de caráter transitório da Rede de Atenção Psicossocial. As unidades funcionarão em período integral, havendo possibilidade de moradia e acolhimento prolongado por até seis meses. Já os Caps têm a função de efetuar atendimentos rápidos, com internações para curta permanência em caso de pacientes com crises.



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Sto.André retoma obra
de hospital na Vila Luzita

Equipamento deverá ser entregue até o fim do
ano que vem; a conclusão irá custar R$ 7,5 mi

Fábio Munhoz

19/02/2014 | 07:00


 Grana assina convênio para término das obras do hospital da Vila Luzita

O prefeito de Santo André, Carlos Grana (PT), assina hoje oito convênios com a Caixa Econômica Federal para a realização de obras na área da Saúde. O pacote de investimentos chega a R$ 20,5 milhões, sendo que R$ 18,8 milhões serão repassados pela União, enquanto o restante será aplicado por meio de contrapartida municipal.

O principal convênio será para retomada das obras do Hospital da Vila Luzita, paradas desde o fim de 2012. Serão necessários mais R$ 7,5 milhões para o término da construção. Deste total, R$ 6,9 milhões serão injetados pelo Ministério da Saúde. A previsão é de que os serviços sejam recomeçados, efetivamente, em período de até seis meses, já que será necessário refazer os processos de contratação. A previsão é de que o equipamento fique pronto no fim do ano que vem.

Grana explica que o projeto inicial foi alterado. Com isso, o número de leitos passará de 60 para 75. “A planta original previa rampa de acesso ao pavimento superior. Fizemos uma alteração e vamos colocar elevadores, o que permite ganho de espaço para construção de mais quartos”, explica.

O prefeito acrescenta que o hospital terá o perfil de retaguarda. Ou seja, a unidade será destinada a pacientes crônicos com longo período de internação. Segundo o petista, o aumento no número de leitos irá diminuir a demanda do CHM (Complexo Hospitalar Municipal), localizado na Vila Assunção. “Com isso, teremos mais espaço para atender pessoas em situação de urgência e emergência, salienta o chefe do Executivo. Os outros sete convênios serão destinados a postos de atendimento psicossocial (veja tabela completa acima).

 

HISTÓRICO

 

As obras do hospital da Vila Luzita foram iniciadas em setembro de 2011 pelo então prefeito Aidan Ravin (PSB). No ano seguinte, o empreendimento teve prazo de entrega adiado por três vezes, mas os serviços foram interrompidos depois da eleição municipal, quando o então mandatário foi derrotado pelo petista. Inicialmente, a previsão era de que o centro hospitalar custasse R$ 3,5 milhões, valor insuficiente para a construção.

 

Cidade terá mais sete unidades para atendimento psicossocial

 

Além da finalização das obras do hospital da Vila Luzita, os outros convênios assinados hoje entre a Prefeitura de Santo André e a Caixa Econômica Federal incluem a construção de mais sete unidades para atendimento psicossocial na cidade.

Serão quatro Caps (Centros de Atendimento Psicossocial): dois para adultos e outros dois infantojuvenis. Um de cada centro dividido conforme a faixa etária será destinado ao tratamento de usuários com problemas ligado ao consumo de álcool e outras drogas. Ao todo, os quatro postos irão custar R$ 10 milhões, sendo 90% investidos pelo governo federal e o restante pela Prefeitura, como contrapartida municipal.

Serão feitas três UAs (Unidades de Acolhimento): duas para adultos e uma para crianças e adolescentes. As construções irão demandar R$ 3 milhões. As UAs funcionam como componente de atenção residencial de caráter transitório da Rede de Atenção Psicossocial. As unidades funcionarão em período integral, havendo possibilidade de moradia e acolhimento prolongado por até seis meses. Já os Caps têm a função de efetuar atendimentos rápidos, com internações para curta permanência em caso de pacientes com crises.

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