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Strada versão Veloster?

Picape da Fiat ganha terceira porta nas opções com cabine dupla para melhorar acessibilidade

Lukas Kenji
Enviado a Una (BA)
Do Diário do Grande ABC
23/10/2013 | 12:05
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A versatilidade sempre foi o ponto forte da Fiat Strada ao longo de seus 15 anos. Fator crucial para que o modelo ostente a marca de 13 anos ininterruptos na liderança entre as picapes pequenas. O reinado foi conquistado em 2000, com a estreia da cabine estendida, e consumado em 2009, com o lançamento da opção de cabine dupla. E é exatamente na duplicação do habitáculo que mora a maior mudança da nova geração do veículo. A terceira porta, localizada no lado direito do carro, chega para melhorar o acesso ao banco traseiro, bem como otimizar o transporte de bagagens ou instalação de componentes, como uma cadeirinha de bebê.

A novidade tem sistema de abertura contrária ao convencional por não ter coluna central. Não há maçaneta externa, uma vez que a peça fica localizada na parte interna do vão da porta, portanto só pode ser acionada se a porta dianteira estiver aberta. Ou seja, você só consegue sair do carro com uma mãozinha de outro passageiro. Segundo a Fiat, o método foi adotado para aliar funcionalidade com estética.

 

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A melhora em acessibilidade é inegável, mas por que três e não quatro portas? A resposta está no custo-benefício, segundo o diretor de planejamento, estratégia e produto, Carlos Eugênio. “Uma quarta abertura iria demandar reformulação de toda a carroceria, gerando um investimento muito alto.”

Outra mudança estrutural foi na caçamba, que agora é, em média, oito centímetros mais alta. Com isso, a capacidade de carga pode chegar a até 1.220 litros. O design da tampa traseira também mudou, tendo ares mais urbanos. A lateral da carroceria ganhou linha de cintura elevada, enquanto a extremidade frontal só foi mexida na versão topo de linha Adventure (a partir de R$ 49.480), configuração testada pelo Diário com o câmbio automatizado de cinco marchas Dualogic Plus, uma recalibração do antigo Dualogic. A mudança, porém, foi pouca. Muitos trancos ainda são sentidos com a caixa, que se sai melhor em altas rotações.

A gama de motores segue a mesma. Na versão Adventure é o propulsor 1.8 E-torQ de 130 cv (gasolina)/132 cv (etanol) que ainda distribui torque de 18,4 mkgf (g)/18,9 mkgf (e). Já na configuração intermediária Trekking (R$ 48.360) permanece o bloco 1.6 E-torQ, enquanto a básica Working (parte de R$ 33.750) continua com o motor 1.4 Fire.

Todas as configurações contam com itens de série, como freios ABS com EBD (antitravamento com distribuição de força), air bag duplo e computador de bordo. A novidade em opcionais fica por conta dos acessórios da Mopar, parceira do Grupo Chrysler, hoje sob a administração Fiat. Há itens como extensor de caçamba (com rampa), que sai por R$ 1.459, além de central multimídia com rádio, MP3 e DVD, que custa R$ 3.172.




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