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Tricolor vence o Vasco e sai
da zona de rebaixamento

Fabio Motta/AE Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Alívio são-paulino é a agonia do Vasco, que com
o revés afunda na tabela do Campeonato Brasileiro


Marcela Munhoz
Do Diário do Grande ABC

16/09/2013 | 07:00


 O confronto de ontem à tarde no Rio de Janeiro era do salve-se quem puder. De um lado, o São Paulo, jogando fora, tinha a obrigação de vencer para tirar mais um pé da zona de rebaixamento, após vitória sobre a Ponte Preta; de outro, o Vasco, precisava fazer o mesmo que o Tricolor, só que com a diferença da torcida a favor.

No fim, os visitantes cumpriram a tarefa e voltaram com a vitória por 2 a 0. Este é o segundo triunfo do técnico Muricy Ramalho, que voltou para assumir o time há duas partidas. Assim, os paulistas tomaram fôlego na competição e trocaram de lugar com os cariocas, que agora figuram entre os quatro últimos.

“Não merecemos a posição que estamos. Ainda bem que deu para respirar um pouco melhor. Na quarta-feira temos mais uma chance (>contra o Atlético Mineiro, no Morumbi)”, disse Rodrigo Caio, autor do primeiro gol do São Paulo, aos 30 minutos do primeiro tempo. O tento que decretou o triunfo foi de Antônio Carlos, na etapa final.

O JOGO
Com a volta do atacante Osvaldo, Muricy trocou a formação com três zagueiros por uma escalação mais cerebral, com Jadson, Ganso e Maicon no meio de campo, sendo o último recuado. No Vasco, Juninho Pernambucano começou como titular depois de ser poupado na partida contra a Portuguesa.

O início do jogo foi truncado, confuso e com marcação forte, além de poucas tentativas de ataque de ambos os lados. Aos 22 minutos, Marlone fez bonita jogada: deu um chapéu no marcador, entrou na área em velocidade, mas chutou em cima de Ceni. O rumo do confrontou começou a se definir ainda antes do apito para o intervalo, após escanteio batido por Jadson e aproveitado, de cabeça, por Rodrigo Caio, que acertou em cheio o ângulo direito de Diogo Silva: 1 a 0.

Na volta para o segundo tempo, o São Paulo – mantido no 4-4-2 – já estava melhor. E em mais uma cobrança de escanteio de Jadson, conseguiu balançar a rede adversária. Dessa vez, Rodrigo Caio quase acertou nova cabeçada e desviou a bola. Após falha do goleiro Diogo Silva, que saiu de soco e mandou a bola para trás, Antônio Carlos aproveitou a chance mandou às redes: 2 a 0.
O Vasco sentiu o baque e demorou a receber apoio da torcida para tentar reagir. Mesmo nos minutos finais, nem chegou a ameaçar Rogério Ceni. O São Paulo, porém, quase fez o terceiro com Aloísio, em jogada individual. (com Agências)

Muricy Ramalho rechaça entusiasmo 
O São Paulo chegou ontem aos 24 pontos. Pela vantagem no critério desempate (saldo de gols), ultrapassou o próprio Vasco, que segue com os mesmos 24, e deixou a zona da degola. Porém, só as vitórias sobre Ponte Preta e Vasco não bastam. Prova disso é que o Tricolor começou o Brasileirão com esses resultados e encerrou o primeiro turno na área de rebaixamento.

Para se manter longe do risco, é primordial vencer o Atlético-MG, quarta, no Morumbi. E Muricy Ramalho, que ontem ultrapassou o seu mestre Telê Santana como terceiro treinador com mais vitórias no clube, vai fazer de tudo para alcançar o triunfo, que seria seu 200º, mas sem pressão.

“A situação ainda não é boa. Não podemos nos entusiasmar. Temos que trabalhar muito”, disse Muricy. “Quando as coisas estão difíceis, temos que voltar para o mais simples, que é colocar os melhores para jogar”, decretou, citando a necessidade de obter melhor rendimento também do atacante Osvaldo. “São poucos os pontas como ele. Preciso cobrar mais dedicação e trabalho dele.”

Porém, o comandante já tem um problema para resolver: Rafael Tolói, suspenso pelo terceiro amarelo, é desfalque certo. “É difícil jogar com dois meias como o Ganso e o Jadson, mas a função do técnico é achar uma forma de usar os melhores jogadores”, completou Muricy.(da AE)



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