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Lula responde a críticas de adversários



29/07/2006 | 00:06


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato da Coligação A Força do Povo (PT-PRB-PC do B) à reeleição, usou ontem o discurso de saudação ao novo presidente do Peru, Alan Garcia, para responder a críticas que recebe dos adversários aos programas sociais e atacar, mais uma vez, as elites do País. "As mazelas que marcam nossa sociedade são, em grande parte, de responsabilidade das elites políticas que nos governaram e que se beneficiaram da pobreza, da desigualdade e do autoritarismo e inclusive da situação de dependência que vivemos", afirmou Lula, que defendeu os programas sociais do governo, alegando que eles são capazes de dar resposta às questões emergenciais provocadas pela exclusão.

"Esses programas não são filantrópicos ou populistas, como pretendem alguns. Eles contribuem para minorar a sorte daqueles que vivem situações extremas e ajudam na constituição de um mercado de bens de consumo de massa, na dinamização da economia", atacou ele, que teve a prerrogativa de falar em nome dos demais chefes de Estado presentes, por ter sido o primeiro a confirmar presença na festa de posse de Garcia, além de se sentar ao lado deste. Depois de afirmar que os países da América Latina vivem as conseqüências de uma situação periférica no mundo, Lula advertiu que não basta lamentar, eternamente, essa situação e transferir para outros as responsabilidades, passando a atacar as elites que governaram os países nos últimos anos.

Mais cedo, Lula disse estar convencido de que a América do Sul vive uma situação bastante favorável. "A América do Sul vive um momento auspicioso, um momento bom do ponto de vista político e econômico, com solidez na economia. Agora, é saber se vamos tirar proveito disso para melhorar a vida do povo ou se vamos continuar como nas décadas de 70 e 80, em que a economia cresceu um pouco, mas a distribuição de renda foi praticamente zero. A chance está colocada. Depende de nós."



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