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Bolsas da Europa fecham majoritariamente em alta com impulso do setor tech

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,91%, a 10.736,23 pontos

24/07/2026 | 12:53
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As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira (24), em recuperação parcial das fortes quedas registradas na sessão anterior. Sinais de possível negociação entre EUA e Irã e a afirmação do presidente americano, Donald Trump, de que os líderes de Rússia e China informaram que não fornecerão armas ao Irã deram um fôlego extra aos negócios nos minutos finais do pregão. O movimento altista ainda foi amparado pela temporada de balanços corporativos, o avanço do setor de tecnologia e o recuo do petróleo.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,91%, a 10.736,23 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 1,33%, a 25.091,69 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,88%, a 8.372,28 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,95% e fechou na máxima do dia, a 51.802,23 pontos. Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 1,55%, a 19.565,10 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,40%, a 9.215,11 pontos. As cotações são preliminares.

Embora a crise no Oriente Médio persista, o petróleo Brent voltou a ficar abaixo dos US$ 100 o barril, ajudando no desempenho das bolsas europeias nesta sexta. Em Frankfurt, a SAP saltou quase 10%, após o grupo alemão de software informar que o backlog atual de nuvem no segundo trimestre cresceu mais do que o esperado por analistas.

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Na ponta negativa, o Carrefour recuou quase 5% em Paris depois de o balanço divulgado na quinta-feira (23) desagradar os investidores. A montadora Volkswagen perdeu mais de 1% ao decepcionar com lucro operacional menor e cortes em projeções de vendas.

Após o BCE (Banco Central Europeu) manter as taxas de juros inalteradas na quinta-feira, em linha com o esperado, o dirigente Gabriel Makhlouf afirmou que as pressões inflacionárias na zona do euro "não desapareceram", apesar da decisão de manutenção. Já Gediminas Simkus, que também é presidente do Banco da Lituânia, disse que a probabilidade de que as taxas de juros aumentem "é muito maior do que a de que não aumentem".

No âmbito macroeconômico, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro subiu para 51,9 em julho, segundo levantamento preliminar, contrariando a previsão de que permaneceria em 50. Os PMIs da Alemanha e do Reino Unido também vieram acima do esperado.

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