São Bernardo Picape tem iluminação de LED e lanternas que vão de uma ponta a outra da carroceria; faróis são posicionados abaixo de luzes DRL e motorização é híbrida
FOTO: André Henriques/DGABC

A Volkswagen Amarok, finalmente, ganhará nova geração. A ideia é lançar a picape no ano que vem - a data, não se sabe ao certo, mas deve vir já no primeiro trimestre. E, para que isso aconteça, o trabalho segue a todo vapor. Afinal, o modelo está em testes pelas ruas do Brasil. E o fotógrafo André Henriques, do Diário, flagrou a novata nesta terça-feira (21), na Via Anchieta, em São Bernardo, bem pertinho da principal fábrica brasileira da marca.

Ao que tudo indica, o visual vai, de fato, acompanhar as picapes da chinesa Maxus, com quem a nova Amarok dividirá plataforma. Conforme mostram as imagens, o capô alto, o perfil da cabine, o formato da caçamba e o desenho das portas são parecidos. Na unidade flagrada, a disposição dos faróis - abaixo de uma barra horizontal iluminada que atravessa toda a grade - e a iluminação totalmente de LEDs ficam evidentes, mesmo com a carroceria camuflada. Não há santoantônio, as rodas são simples, mas as lanternas se estendem de uma ponta a outra da carroceria (veja imagem abaixo).

Por conta da nova plataforma - a base vem da SAIC, parceira da VW na China -, o modelo deverá aumentar de tamanho e ter 5,50 metros de comprimento (15 centímetros a mais), 2 metros de largura (5 cm extras) e 3,30 metros de entre-eixos (+21 cm). Informações apontam que o modelo terá a solução semi-monobloco, que passeia entre carroceria sobre chassi (utilitários) e monobloco (automóveis). Por dentro, ainda não se sabe como será a nova Amarok. No entanto, especulações apontam layout com três telas digitais (uma, dedicada exclusivamente ao passageiro dianteiro).
Híbrida
O que se sabe, por enquanto, é que a nova Amarok terá propulsão híbrida. Contudo, ainda não há detalhes revelados. Lá fora, tem a híbrida-leve que funciona com um motor V6 turbodiesel e uma unidade de 48 volts. Todavia, a novata pode vir híbrida a gasolina, híbrida flex, enfim, especulação é o que não falta.
Cabe pontuar que, mesmo flagrada no Grande ABC, a nova Amarok - que nada tem a ver com o modelo que compartilha estrutura com a Ford Ranger - continuará com produção em Pacheco (Argentina). A fábrica portenha recebeu aporte de US$ 580 milhões (pouco mais de R$ 2,9 bilhões, na conversão direta).
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