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Rachel Reeves deixa governo; Burnham deve manter regra fiscal

O novo premiê também afirmou que estuda elevar o limite de renda isento do imposto de renda, atualmente em 12.750 libras

20/07/2026 | 12:46
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A agora ex-ministra das Finanças do Reino Unido, Rachel Reeves, confirmou nesta segunda-feira, 20, sua saída do governo e afirmou ter orgulho do legado econômico da gestão trabalhista. Em publicação no X, Reeves disse que foi "o privilégio da minha vida" servir no governo de Keir Starmer e avaliou que "a economia hoje é mais forte, mais justa e mais resiliente por causa das escolhas que fizemos como governo trabalhista nos últimos dois anos". Ela também declarou apoio ao novo primeiro-ministro, Andy Burnham, e ao gabinete que assume o comando do país.

Pouco depois de tomar posse, Burnham afirmou que manterá as atuais regras fiscais, mas disse que pretende explorar a "flexibilidade" existente dentro delas para financiar prioridades de seu governo. Segundo a mídia internacional, o premiê afirmou que usará "qualquer flexibilidade" permitida pelas regras vigentes no Orçamento, ao ser questionado sobre a possibilidade de ampliar os investimentos em infraestrutura por meio de maior endividamento. "Vamos cumprir as regras existentes. Nada disso significa assumir riscos com a economia", disse Burnham, acrescentando que sempre adotou uma abordagem "muito prudente" e que deixará claro no Orçamento como as medidas serão financiadas.

O novo premiê também afirmou que estuda elevar o limite de renda isento do imposto de renda, atualmente em 12.750 libras, mas reconheceu que a medida teria elevado custo fiscal. Segundo ele, o congelamento do teto por vários anos ampliou o número de contribuintes, inclusive aposentados. "Mudar esse limite não é algo sem consequências significativas, mas estou analisando a questão", afirmou.

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Também nesta segunda-feira, David Lammy anunciou sua saída do governo. Em publicação no X, o ex-vice-primeiro-ministro afirmou: foi "o maior privilégio da minha vida" integrar o gabinete de Starmer. Ele destacou a reconstrução das relações com aliados europeus, o apoio à Ucrânia e o fortalecimento das relações com Estados Unidos, Índia e países do Golfo. Lammy desejou sucesso ao novo governo e disse que continuará apoiando o Partido Trabalhista no Parlamento.

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