Televisão Já é possível observar alguns sinais claros de uma correção de rota
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A morte de Silvio Santos, e nem poderia ser diferente, representou um dos momentos mais turbulentos da história do SBT. Afinal, durante mais de quatro décadas, praticamente todas as grandes decisões passaram por ele. A sucessão inevitavelmente trouxe um período de adaptação, com mudanças administrativas, diferentes linhas de comando e algumas escolhas que, na prática, não produziram efeitos ou resultados esperados.
Agora, porém, já é possível observar alguns sinais claros de uma correção de rota. A reorganização interna, aliada à retomada de processos mais bem definidos, trouxe de volta uma sensação de estabilidade que fazia falta tanto dentro quanto fora da Anhanguera.
Outro ponto importante foi a valorização de profissionais experientes em algumas áreas estratégicas. O retorno de executivos e a redistribuição de funções em setores fundamentais demonstram uma tentativa de equilibrar renovação com conhecimento da cultura do SBT, algo que sempre foi uma das suas características marcantes.
Os reflexos já começam a aparecer. A programação passou a ganhar mais consistência, as decisões parecem seguir um planejamento mais claro e o ambiente transmite maior segurança para quem trabalha e para quem acompanha o mercado.
Ainda existem desafios pela frente, naturalmente. Mas o SBT parece ter compreendido que preservar sua identidade não significa resistir às mudanças, e sim fazer com que elas aconteçam sem perder a essência construída por Silvio Santos ao longo de décadas.
É um processo que exige tempo, mas os sinais recentes indicam a retomada de uma direção mais definida.
TV Tudo
Adequação Na TV, como um todo, existe a cultura do fazer por fazer, muitas vezes de forma irresponsável, sem medir as consequências e nem ao menos o quanto vai custar. Daí o acerto que se observa no SBT atual em fazer tudo no seu devido tempo e de acordo com as possibilidades. Trabalhar sempre em bases mais seguras e não sair queimando dinheiro com programas, que na maioria das vezes não dão em nada. Ano complicado No caso de todas as TVs, este 2026 é mais um desses anos atípicos. Nem bem termina a Copa do Mundo e já vai começar a propaganda eleitoral. Além dos dois blocos diários para programas políticos às 13h e 20h30, ainda serão 70 minutos diários de inserções dos partidos, das 5h da manhã até meia-noite. Erro estratégico A Globo já admite, internamente, que errou a mão na estratégia adotada para a Copa do Mundo. Que algumas decisões afastaram parte do público, percepção que é a mesma do lado de fora. O entendimento, nesta quarta-feira (15), como lição mais importante, é que uma Copa do Mundo exige cobertura plena e sem concessões. Assim como a montagem de suas equipes devem obedecer critérios, que não foram os de agora. Vale destacar A Globo, por oficiais efeitos, tem procurado jornalistas e informado que nunca partiram de lá quaisquer informações sobre mudanças ou demissões na sua equipe de esporte. Que o que tem saído por aí a respeito não tem a menor procedência. Ponto em questão Se, de fato, a Globo ainda não pensa em mudanças no seu esporte, deveria começar a pensar. Toda grande cobertura como uma Copa do Mundo deixa pontos que devem ser avaliados. E no caso dela apontam para essa necessidade. Por exemplo: será que o excesso de ex-jogadores no lugar de jornalistas está funcionando como deveria? Amistoso do Fla A Flamengo TV vai transmitir para o exterior e, desta vez, também para o Brasil o amistoso Flamengo e Olímpia nesta sexta-feira. Jogo em Brasil, às 20 horas, com narração de João Guilherme. Registro Após estrear internacionalmente em duas produções dirigidas por Claire Kilner, conhecida por seu trabalho em House of the Dragon, Phellipe Marques foi chamado para uma nova série brasileira da Netflix. Que terá a direção de Mauro Mendonça Filho. Conscientização Fabiana Karla passou a comandar o projeto Cheguei, Antes que Vire!, série que reúne relatos de brasileiros diagnosticados com pré-diabetes e que busca ampliar o debate sobre a importância do diagnóstico precoce e da prevenção. Um trabalho que visa evitar a evolução para o diabetes tipo 2. A atriz, que faz parte das estatísticas da doença no Brasil, participa das conversas compartilhando a própria experiência. Bate-Rebate
Vicent Villari, que no passado dividiu vários trabalhos com Maria Adelaide do Amaral, está na equipe de colaboradores do João Emanuel Carneiro na Avenida Brasil 2. O Bandplay ampliou o seu catálogo de atrações e passou a oferecer, desde segunda-feira, a produção vertical O Bilionário Obcecado. O suspense psicológico Barba Ensopada de Sangue, com Gabriel Leone, estreia nesta sexta-feira no Globoplay e no Telecine. Festa no Arraial, O Musical estreia na semana que vem, no dia 24, no Teatro Sabesp Frei Caneca, em São Paulo, para uma temporada que vai até 16 de agosto. O seu elenco reúne nomes como Claudia Ohana, Lorena Tucci e Cadu Libonati. Texto de Thereza Falcão e Mariana Mesquita. O Festival de Gramado, em agosto, em sua abertura oficial que ocorre no dia 12, irá homenagear Andréa Beltrão e a produtora Renata Almeida Magalhães. Também acaba de ser anunciado que a série Emergência 53, com direção de Andrucha Waddington, terá sua estreia durante o festival. C’est fini Última forma: a Band deixou mesmo para setembro a estreia do novo programa de Luciana Gimenez. Exibição às quartas-feiras. Segundo se informa, um formato escolhido “muito do jeito e com a cara dela”. Então é isso. Mas amanhã tem mais. Tchau!
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