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Quem é a influenciadora brasileira que morreu após cair de prédio em Dubai

Ela tinha mais de 16 mil seguidores nas redes sociais e publicava conteúdos sobre viagens, experiências de alto padrão e artigos de luxo

09/07/2026 | 21:32
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Reprodução/Redes sociais
Reprodução/Redes sociais Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


A influenciadora digital brasileira Kauana Bilhar, que morreu após cair do 27º andar de um edifício em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, tinha mais de 16 mil seguidores nas redes sociais e publicava conteúdos sobre viagens, experiências de alto padrão e artigos de luxo.

Em seu perfil, há registros de viagens internacionais, incluindo visitas a pontos turísticos como a Torre Eiffel e o Museu do Louvre, ambos em Paris. Ela também compartilhava imagens em jatos particulares, carros de luxo, hotéis, restaurantes e produtos de marcas de alto padrão.

As flores eram outro elemento frequente nas publicações. A influenciadora costumava exibir grandes buquês recebidos de presente e chegou a divulgar um arranjo com 500 flores.

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Nos últimos meses, Kauana também passou a compartilhar com frequência declarações de amor à companheira, Bárbara Arantes. Recentemente, publicou fotos de alianças e agradeceu publicamente à namorada. O perfil de Bárbara nas redes sociais encontra-se indisponível agora.

A morte de Kauana foi confirmada pela mãe, Darla Bilhar, por meio das redes sociais. Segundo o portal R7, a polícia de Dubai investiga as circunstâncias da queda. Até o momento, as autoridades não descartam nenhuma hipótese, incluindo suicídio, homicídio ou feminicídio, e o apartamento onde o caso ocorreu passa por perícia. A família tenta providenciar o traslado do corpo para o Brasil.

Após a repercussão do caso, seguidores passaram a prestar homenagens à influenciadora nas redes sociais.

Em vídeo publicado na internet, a mãe de Kauana pediu que a memória da filha seja respeitada e criticou especulações sobre o caso.

"Enquanto eu tento encontrar forças para enfrentar a maior dor que uma mãe pode sentir, preciso assistir à memória da minha filha ser julgada, exposta, desrespeitada por pessoas que não conheciam a sua história", afirmou.

"Peço aos meios de comunicação que tratem esse momento com responsabilidade e dignidade. Informar é diferente de julgar. Noticiar é diferente de condenar", disse.




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