
A eliminação dos Estados Unidos da Copa do Mundo 2026 com a derrota por 4 a 1 para a Bélgica repercutiu na imprensa internacional, principalmente após a polêmica envolvendo Folarin Balogun, atacante norte-americano que foi expulso contra a Bósnia e Herzegovina na segunda fase, mas teve suspensão anulada pela Fifa e esteve em campo nesta segunda-feira. O presidente norte-americano Donald Trump, que confirmou ter interferido na anulação da punição ao jogador, foi um dos mais alfinetados pelos jornais ao redor do mundo. "Eles tinham o presidente Trump, nós tínhamos o rei Charles.
A Bélgica contornou facilmente os Estados Unidos graças a uma atuação soberba de Charles De Ketelaere", escreveu o jornal esportivo belga DH Les Sports, exaltando a atuação do meia De Ketelaere, autor de dois gols na vitória sobre os Estados Unidos. "Trump não consegue o que queria e Bélgica será rival da Espanha nas quartas", escreveu o jornal espanhol Sport. Outro veículo espanhol que citou o presidente americano foi o Marca: "Nem Trump pode evitar: Espanha e Bélgica nas quartas!."
Já nos Estados Unidos, o The Athletic, classificou a atuação americana como "atrapalhada". "Copa do Mundo da seleção americana chega ao fim contra a Bélgica em uma apresentação atrapalhada nas oitavas de final", publicou. Na Argentina, terra de Mauricio Pochettino, treinador da seleção norte-americana, o diário Olé classificou a atuação belga como um "amasso".
"Bélgica amassa os Estados Unidos de Pochettino", escreveu. Depois de eliminar os Estados Unidos, a Bélgica enfrenta a Espanha nas quartas de final do Mundial. O duelo entre os países está marcado para a próxima sexta-feira, 10, às 16 horas (horário de Brasília), no Levi's Stadium, em Inglewood, na Califórnia.
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