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Veja a Palavra do Leitor do 'Diário' deste dia 1° de julho de 2026

01/07/2026 | 10:44
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 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Mulheres e inovação

‘Brasileiras desenvolvem produto para conter incêndios florestais’ (www.dgabc.com.br). O Diário, sempre atento, também, às prioridades sociais, nos traz proposta de que sigamos rumos resilientes e irretocáveis. Nosso Brasil sempre foi abençoado por grandes e marcantes mulheres. Mulheres tais como Chiquinha Gonzaga, Dandara, Cecília Meireles, Tarsila do Amaral, Cora Coralina, Gal Costa, Maria Bethânia e inúmeras outras. Essas incríveis brasileiras que desenvolvem esse produto, com certeza, entrarão em nossa história de sucesso, luta e êxito e servirão de paradigma para outras mulheres e isso sem a menor dúvida. Sendo assim recebam nosso reconhecimento e gratidão por fazerem diferença em nossas vidas e em nosso Brasil.

Cecél Garcia

DGABC

Santo André

Voto e memória – 1

‘Maioria dos brasileiros diz não saber ou não lembrar o nome de nenhum parlamentar, diz pesquisa’ (www.dgabc.com.br). Como gosto de política e de exercer minha cidadania, escolhendo bem meus representantes nas esferas federal, estadual e municipal (presidente, senadores, governador, deputados federais e estaduais, prefeito e vereadores), ao sair da cabine e receber meu comprovante de voto, anoto no verso os nomes em quem votei. Assim, posso, então, avaliá-los dali quatro anos.

Tania Tavares

Capital

Voto e memória – 2

Uma pesquisa mostrando que quase metade dos brasileiros não sabe citar o nome de um parlamentar talvez não revele apenas desinteresse do eleitor, mas também o distanciamento entre representantes e representados. Afinal, muitos parlamentares parecem mais preocupados com a própria sobrevivência política do que com reformas que beneficiem efetivamente o país. Ao mesmo tempo, outra pesquisa revela uma população sufocada pelo estresse financeiro, que perde o sono para honrar seus compromissos, enquanto programas sucessivos de renegociação de dívidas acabam transmitindo a sensação de que sempre haverá uma nova oportunidade para recomeçar. Medidas emergenciais podem ser necessárias em momentos de crise, mas não substituem educação financeira nem políticas que incentivem responsabilidade fiscal e pessoal. Quando o cidadão deixa de acompanhar seus representantes e o Estado passa a atuar mais como socorrista permanente do que como indutor de autonomia, cria-se um círculo vicioso. A democracia enfraquece, as contas públicas se deterioram e quem procura cumprir suas obrigações acaba se perguntando se o esforço vale a pena. No fim, o eleitor não se lembra em quem votou; muitos parlamentares, por sua vez, parecem não se lembrar de quem deveriam representar. 

Luciana Lins

Campinas (SP)

Impunidade no Brasil

No Brasil da impunidade, corrupção e insegurança jurídica, o comportamento da nossa elite dominante envolvida na CPMI do INSS e do Banco Master é empurrar com a barriga até o esquecimento ou surgir outro caso que sobreponha às falcatruas atuais. Num País sério os arrolados em escândalos, envergonhados pediriam demissão e ficariam no ostracismo ou até suicídio haveria, mas aqui, repito, no País da impunidade, corrução e insegurança jurídica, todos, a exemplo da operação Lava Jato, ficarão riquíssimos e imunes aos dinâmicos dolos.

Humberto Schuwartz Soares

Vila Velha (ES)

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