
A seleção brasileira irá enfrentar o Japão na segunda fase da Copa do Mundo. O duelo está marcado para a próxima segunda-feira, 29, às 14 horas (de Brasília), em Houston. Campeão com o Brasil no Mundial de 1994, o ex-atacante Müller analisou o próximo confronto do time comandado por Carlo Ancelotti.
O ex-atleta ressaltou a organização e a disciplina tática da equipe japonesa, mas listou os pontos fracos do adversário do Brasil. "O Japão tem hoje uma identidade formada, joga há muito tempo junto, e isso facilita bastante. É um time bem organizado taticamente.
Mas, como disse, eles não têm individualidade. A tal da criatividade que o brasileiro possui de sobra, o japonês não tem", disse Müller durante a live "Seleção Estadão" desta sexta-feira, 26. "Acho o goleiro deles também fraco.
A bola aérea deles também é fraca. Essas são as fraquezas do Japão. Agora, eles são disciplinados taticamente, eles têm muita força física e velocidade. Isso vai atrapalhar um pouco a seleção brasileira. Agora, a individualidade da seleção brasileira é praticamente ímpar, única.
Uma das poucas seleções que têm individualidade boa nessa Copa do Mundo", complementou. Müller enfatizou que os jogadores japoneses mostram raça e são muito dedicados dentro de campo. Por isso, segundo ele, a seleção brasileira terá que apostar na habilidade de seus atletas na próxima segunda-feira.
"O Japão marca muito bem. O boleiro sempre fala: 'você dribla o cara e ele volta de novo para tomar a bola de você'. O Japão corre muito", reforçou.
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