Palavra do Leitor

Educação no País
Thomas Alva Edison, o criador da luz elétrica, foi expulso da escola quando estava no curso primário. A professora mandou um bilhete para sua mãe, afirmando: “Ele não acompanha o ritmo dos outros alunos. Eduque-o você mesma”. O desafio foi aceito, e ela passou para ele tudo o que sabia. Portanto, foi educado em casa. Aos 15 anos, Edison já havia lido todos os livros de Física, Química e Biologia que existiam naquela época. Tornou-se um gênio e um dos principais criadores do mundo moderno e da grandeza dos Estados Unidos. Hoje, no Brasil, a escola, muitas vezes, mais atrapalha do que ajuda o desenvolvimento dos alunos. A notória aparelhagem das escolas por ativistas ideológicos da extrema esquerda atua para a produção em série de jovens com limitadíssima percepção da verdadeira realidade social de nosso País. Até o presente momento, o segmento conservador e liberal não conseguiu viabilizar um projeto educacional que represente, consistentemente, sua causa, que trabalha em prol da verdade, da liberdade e da prosperidade. O candidato da oposição que chegar ao poder deve ter extremo cuidado com essa área, que é de vital importância para a formação das novas gerações e para a consolidação do projeto que visa à verdade, à liberdade e à prosperidade.
Milton Reinaldo Sanches
Santo André
Homens públicos
O que diria se ainda vivesse o genial pensador italiano Cesare Lombroso (século XIX), psiquiatra e especialista em antropologia criminal, em sua acurada análise versando sobre o bando de meliantes brasileiros travestidos de “homens públicos”? Se houvesse a cadeira de antropologia criminal, este campo de estudos estaria bastante motivado, tendo em vista que com o desaparecimento dos valores morais e éticos, foram elevados à categoria de “excelência” os que deveriam servir de objeto de análise nesta área científica: os sociopatas e os de instintos perversos. Nunca na história de país algum existiu um governo com tantos meliantes, razão da criação do neologismo para designar o bando de madraços que fizeram do Brasil: a grande célula de corrupção. Os adjetivos caracterizadores desta súcia já se esgotaram nos sucessivos artigos dos muitos brasileiros indignados como eu, que se espraiam em todo território nacional. Senhores brasileiros desavisados, saibam de antemão que, nas eras de vários governos em todos os níveis – está provado e reiterado –, se institucionalizou e tomou força a corrupção como política de Estado. Quem não entrasse na corriola era sacrificado. Representantes venais, em nome de eleitores ingênuos e com o apadrinhamento de caciques mal-intencionados, avançaram sobre a máquina pública, não encontrando limites ou freios. O aparelhamento estatal para saquear os cofres virou regra. Fez parte da rotina. Teve método e hierarquia definidos. Eis o saldo do populismo barato instaurado pelos que diziam representar o povo em causas justas, em particular, os mais vulneráveis. Mentira! Eles irrigaram as contas da patota e saíram com o discurso de vítima de golpe. As gravações, relatórios processuais e demais documentos incontáveis provam de maneira diabólica. Nunca mais acreditem nessa propaganda enganosa. Foi usada em várias ocasiões para furtar os seus sonhos. Os assaltantes da riqueza nacional negavam até a morte, como num jogral ensaiado, logo após a divulgação dos escândalos de corrupção divulgados pelo Ministério Público e a extinta Lava Jato contra os cofres públicos.
Francisco Emídio Carneiro
São Bernardo
Soberania brasileira
‘Datafolha: 59% dos brasileiros apoiam classificar PCC e CV como terroristas’ (www.dgabc.com.br). A “soberania brasileira” defendida por Luís Inácio Lula da Silva é proteger o seu filho Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), e o seu irmão José Ferreira da Silva (Frei Beto), envolvidos na CPMI do INSS e ser contra Donald Trump nos ajudar no combate às duas quadrilhas criminosas no Brasil, as facções terroristas PCC (Primeiro Comando da Capital) e do CV (Comando Vermelho). É a forma de Lula garantir a “soberania brasileira”.
Humberto Schuwartz Soares
Vila Velha (ES)
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