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Investigação sobre acesso indevido a prontuários de Kate Middleton chega ao fim no Reino Unido

18/06/2026 | 09:21
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De acordo com a People, a investigação sobre o acesso indevido aos registros médicos de Kate Middleton chegou ao fim no Reino Unido, na última quarta-feira, dia 17. Mais de dois anos após o caso vir à tona, o Escritório do Comissário de Informações (ICO), órgão responsável pela proteção de dados no país, anunciou a conclusão da apuração relacionada à violação de informações médicas da Princesa de Gales.

O episódio aconteceu em 2024, quando Kate foi internada na London Clinic para passar por uma cirurgia abdominal. Na época, surgiram relatos de que um funcionário da instituição teria tentado acessar, sem autorização, dados confidenciais da integrante da família real. Segundo o comunicado divulgado pelo ICO, a investigação criminal analisou a obtenção e a possível divulgação de informações médicas sem o devido consentimento.

Como resultado, o profissional de saúde envolvido recebeu uma advertência formal e foi demitido, afirma o The Mirror. Para a autoridade britânica, a medida foi considerada proporcional à conduta identificada durante a apuração. O órgão destacou ainda que houve uso indevido de informações pessoais extremamente sensíveis e que a atitude representou uma quebra de confiança em relação aos padrões esperados para o tratamento de dados de pacientes.

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Em nota, Ian Hulme, diretor executivo de supervisão regulatória do ICO, reforçou a importância da proteção das informações compartilhadas por pacientes com instituições de saúde. Ele ressaltou que a população precisa confiar que seus dados estão seguros e afirmou que a entidade não hesitará em adotar medidas mais rigorosas quando considerar necessário.

As pessoas devem poder confiar que as informações pessoais que fornecem para os estabelecimentos de saúde são seguras e protegidas contra exploração. Quando essa confiança é quebrada, é certo que a lei nos permita agir. Não hesitaremos em buscar processos criminais quando for necessário e proporcional, afirmou.

A London Clinic também se manifestou sobre o caso. De acordo com o hospital, o incidente foi tratado como um episódio isolado e a instituição colaborou com as autoridades durante todo o processo. O centro médico afirmou ainda que não foram identificadas falhas regulatórias por parte do hospital.

Todos nós temos grande orgulho em oferecer os mais altos padrões de cuidado e discrição para cada paciente na The London Clinic. Estamos satisfeitos que nosso trabalho com a ICO tenha levado a este triste e isolado incidente a uma conclusão. Não houve violações regulatórias por parte do hospital, afirmou a clínica em comunicado enviado ao The Guardian.

O caso ganhou ampla repercussão em meio ao período delicado vivido por Kate Middleton. Após a cirurgia realizada no início de 2024, a princesa permaneceu afastada de compromissos públicos durante vários meses. Em março daquele ano, ela revelou ter recebido um diagnóstico de câncer e iniciado tratamento médico.

Meses depois, já em 2025, Kate informou que a doença estava em remissão. Na ocasião, agradeceu as mensagens de apoio recebidas e comentou que seguia focada em sua recuperação. Desde então, a Princesa de Gales retomou gradualmente sua agenda oficial.




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