Favorita? A equipe entende que possui uma de suas melhores gerações e pode ir longe no Mundial
FOTO: Reprodução/X/Portugal

A seleção portuguesa vive uma transição. A Copa do Mundo de 2026 será a última de Cristiano Ronaldo, ao mesmo tempo que tem uma das gerações que é vista como uma das melhores da história do país e que será responsável por conduzir a equipe após a aposentadoria do camisa 7. Assim, o grupo português reconhece os talentos individuais, mas trata o coletivo como prioridade, mesmo tendo um dos maiores jogadores da história no elenco.
"A melhor seleção de sempre é a que ganha. Espero que, ao final da competição, possamos ser assim considerados. Temos um grupo muito forte, de grandes individualidades, mas, para além disso, como um grupo, somos muito fortes", disse o meia Bruno Fernandes, em entrevista coletiva.
Eleito o melhor jogador da temporada na Premier League, Fernandes enaltece Cristiano Ronaldo, lembrando também que a espinha dorsal da equipe já é experiente em Copas. "Quase todos nós crescemos vendo o Cristiano jogar. É incrível para nós tê-lo perto", falou.
"Os principais jogadores estiveram na última Copa do Mundo. Então, a gente sabe o que vamos encontrar. Vamos enfrentar diferentes seleções. Tudo muda de jogo para jogo. Mas Portugal está preparado para o que está por vi", concluiu.
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O técnico Roberto Martínez refletiu sobre o emocional da equipe, sem citar diretamente o fator de ser a última Copa do Mundo de Cristiano Ronaldo. "O sonho comanda a vida. Como treinador, a minha é como nós vamos atingir o sonho", disse.
Enfatizando seu papel racional, Martínez defendeu que os jogadores sejam passionais. "Acho que é um aspecto bonito, a emoção. É natural, não precisamos lutar contra isso, mas tornar claros os sentimentos. Não nos guiarmos por emoções.
É um esporte coletivo. Precisamos que todos pensem na mesma página. Meu papel é dar clareza, mas nunca vou fazer um jogador parar de sentir", completou. Sobre o adversário, a RD Congo, tanto o jogador quanto o técnico pregaram respeito.
Bruno Fernandes conhece alguns adversários, como Aaron Wan-Bissaka, do West Ham, por tê-lo enfrentado na Inglaterra. "Podem não ter nomes tão insinuantes como nossa seleção, mas têm nomes conhecidos e com carreiras boas. Sabemos o que temos de fazer para não dar oportunidades.
Reação à perda da bola e controle do jogo com a posse", projetou o meia. Já Roberto Martínez avalia a RD Congo como um exemplo de evolução do futebol na África. "As equipes africanas estão bem desenvolvidas. Conseguem fazer pressão no bloco médio. Há jogadores que jogam em ligas europeias e são muito experientes. Respeitamos muito a RD Congo como seleção", disse.
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