
Hakimi é a estrela de Marrocos, primeiro adversário do Brasil na Copa do Mundo. O lateral do PSG, atual bicampeão europeu, lamentou não enfrentar Neymar na partida deste sábado, no MetLife Stadium, em East Rutherford. O brasileiro se recupera de uma lesão na panturrilha e sequer ficará no banco de reservas. "Eu quero sempre enfrentar os melhores e gostaria de ter Neymar pela frente nessa partida", disse o marroquino.
Após a ótima campanha no Catar, em 2022, quando terminou na quarta colocação, a melhor campanha de uma seleção africana na história das Copas do Mundo, Marrocos chega ao Mundial sem o fator surpresa. Logo na estreia, porém, terá pela frente o Brasil, maior campeão mundial, com cinco títulos. De quem será o favoritismo? "Em uma partida como essa, ainda mais em uma Copa do Mundo, não acredito em favoritismo.
Sabemos da qualidade das duas equipes. Espero, claro, que o melhor resultado seja para o nosso lado, mas não acredito que haja favoritismo", afirmou Hakimi. Os elogios à seleção marroquina não deixaram o lateral constrangido.
Para ele, a equipe realmente pode ser considerada uma das melhores do mundo na atualidade. "Sabemos o tamanho do adversário que é o Brasil. Conhecemos a qualidade dos jogadores, mas também temos o nosso valor. Nos chamam até de brasileiros da África.
Então, estamos prontos para fazer uma boa partida", disse. O técnico Mohamed Ouahbi afirmou que, apesar do respeito ao Brasil, não pretende mudar a maneira de jogar de sua equipe e prometeu uma postura ofensiva diante da seleção pentacampeã mundial. "Não é porque estamos disputando uma partida de Copa do Mundo que vamos mudar a nossa forma de jogar. Ainda que tenhamos perdido jogadores importantes, precisamos apresentar soluções.
Respeitamos imensamente o time do Brasil, mas sabemos como vamos jogar e acredito que isso fará a diferença. Nosso elenco conhece o próprio valor e este é apenas o primeiro jogo", declarou.
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