
Os Estados Unidos lançaram uma segunda rodada de ataques aéreos contra o Irã entre o final da noite de quarta (10) e o início da madrugada desta quinta-feira, 11 (pelo horário local), após o presidente Donald Trump alertar que Teerã "pagaria o preço" pelo impasse nas negociações de paz. O regime iraniano respondeu com bombardeios contra o Bahrein, o Kuwait e a Jordânia, países aliados dos Estados Unidos.
A nova ofensiva americana contra várias regiões do Irã ocorreu enquanto os esforços para negociar o fim da guerra voltaram a aparentar estagnação, com o Irã insistindo em manter o controle do Estreito de Ormuz. O ataque dos Estados Unidos pareceu mais intenso e amplo do que o da véspera, mas o Irã não divulgou informações sobre os alvos atingidos.
O Kuwait fechou seu espaço aéreo por causa da retaliação iraniana, mas não detalhou eventuais danos. A Jordânia não se pronunciou sobre o ataque, embora a Embaixada dos Estados Unidos em Amã tenha alertado sobre a ofensiva. No Bahrein, sirenes de alerta para mísseis foram acionadas, mas o governo também não informou se alguma localidade foi atingida.
A terceira troca de ataques no Oriente Médio nesta semana colocou mais uma vez à prova o frágil cessar-fogo assinado há dois meses. Nas primeiras horas da segunda-feira, 8, Irã e Israel realizaram ofensivas mútuas. Já na quarta-feira, 10, e nesta quinta, os protagonistas do combate foram as forças americanas e iranianas.
Trump tem pressionado o Irã a assinar um acordo para encerrar a guerra e sugeriu no início desta semana que um entendimento poderia ser alcançado em dias.
Apesar dos bombardeios, o Irã tem se mostrado resiliente e aposta no controle sobre o Estreito de Ormuz como um trunfo nas negociações. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
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