Frente fria Em São Paulo, a segunda metade da semana deve ser marcada pelo retorno das chuvas em cidades do interior
FOTO: Banco de Dados/DGABC

Uma nova rodada de instabilidades deve provocar chuva forte em áreas do Centro-Sul do Brasil ao longo desta semana. A formação de uma frente fria associada a áreas de baixa pressão no Sul do País aumenta o risco de temporais isolados, rajadas de vento e eventual queda de granizo em alguns Estados, segundo informações da Climatempo.
Os efeitos começam a ser sentidos pelo Rio Grande do Sul nesta segunda-feira (8), onde há previsão de pancadas de moderada a forte intensidade em diversas regiões do Estado. Há risco de temporais localizados, acompanhados por ventos fortes e eventual queda de granizo.
Ao longo da semana, as instabilidades avançam por Santa Catarina e Paraná, alcançam áreas de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso e, posteriormente, chegam ao Sudeste. Os maiores volumes de chuva são esperados entre Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, onde não estão descartados temporais isolados.
Em São Paulo, a segunda metade da semana deve ser marcada pelo retorno das chuvas em cidades do interior, incluindo regiões como Presidente Prudente, Marília, Bauru, Campinas e Sorocaba. Em Minas Gerais, a previsão abrange municípios do Triângulo Mineiro, do Sul de Minas e a capital Belo Horizonte. No Rio de Janeiro, a instabilidade deve atingir a capital e cidades da Região Serrana.
A Climatempo também prevê chuva para Goiás e o Distrito Federal no fim da semana, uma condição considerada atípica para esta época do ano, quando normalmente predomina o período seco na região. Além da chuva, uma massa de ar frio deve avançar sobre parte do Sul e do Sudeste na retaguarda do sistema, favorecendo a queda das temperaturas e a formação de geadas pontuais em áreas serranas e de maior altitude.
Outro efeito esperado é o aumento da intensidade dos ventos no litoral do Sul e do Sudeste. A previsão indica rajadas mais fortes entre o Rio Grande do Sul e o Rio de Janeiro, com possibilidade de ressaca e mar agitado principalmente na costa gaúcha, onde as ondas podem alcançar entre dois e três metros de altura.
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