Estreia nesta semana Dirigido por Kane Parsons, o filme da A24 que estreia em 28 de maio no Brasil pela Imagem Filmes mistura found footage e terror psicológico
FOTO: Divulgação

Em Backrooms: Um Não-Lugar, a lenda urbana que dominou a internet ganha uma versão de cinema assinada pela A24. O longa é dirigido por Kane Parsons, conhecido online como Kane Pixels, que começou o universo da série no YouTube em 2022 com The Backrooms (Found Footage), ainda aos 16 anos, e agora, aos 20, leva a história para o formato de longa-metragem.
No Brasil, Backrooms: Um Não-Lugar será distribuído nacionalmente pela Imagem Filmes e chega aos cinemas em 28 de maio de 2026 pelas redes Cinemark, UCI, Cinépolis e Kinoplex e deve chegar a todos os cinemas do Grande ABC.
No filme, Clark, interpretado por Chiwetel Ejiofor (12 Anos de Escravidão), é o gerente da Cap’n Clark’s Ottoman Empire, uma loja de móveis quase falida, quando descobre um portal escondido no porão do estabelecimento. Ao atravessar, ele acaba entrando nas Backrooms: um labirinto formado por corredores intermináveis, salas vazias e um ambiente distorcido que reproduz, de maneira perturbadora, a própria loja onde trabalha.
Mary, vivida por Renate Reinsve (Valor Sentimental), é uma terapeuta com um passado conturbado, enquanto Bobby e Katie, interpretados por Finn Bennett e Lukita Maxwell, são funcionários da loja que acabam envolvidos na exploração desse espaço misterioso. Mary então tem a missão de resgatar seu paciente Clark, após seu desaparecimento nas Backrooms.
A construção do filme segue a proposta que Kane Parsons desenvolveu nos curtas da internet: o uso de found footage combinado com terror psicológico e sensação constante de claustrofobia. Em vez de explicar demais o universo, o longa preserva a incerteza e o desconforto que fizeram as Backrooms viralizar.
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O elenco ainda inclui Mark Duplass (Creep) e Avan Jogia (Brilhante Victória), e a produção reúne nomes como James Wan e Shawn Levy entre os responsáveis pelo projeto. O orçamento ficou abaixo de US$ 10 milhões, e a montagem do cenário exigiu cerca de 2.800 metros quadrados de espaços físicos inspirados no labirinto das Backrooms.
A história do filme também carrega o peso do próprio percurso de Parsons, que transformou vídeos curtos e experimentais em uma obra de estúdio. A série original nasceu como uma produção digital e se expandiu com outros projetos do diretor no YouTube, mantendo a ideia de um universo contínuo e inquietante.
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