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PIX: Meio de pagamento mais usado no Brasil; veja como evitar golpe

Só no último ano, o pix representou 54,7% das operações envolvendo todos os meios de pagamento

24/05/2026 | 15:30
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FOTO: Reprodução/Agência Brasil
FOTO: Reprodução/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


A popularização do Pix vem provocando mudanças significativas nos hábitos financeiros dos brasileiros e ampliando sua presença em diferentes tipos de transações — inclusive no pagamento de dívidas.

A Serasa, em parceria com o Instituto Opinion Box, realizou uma pesquisa para entender o comportamento dos brasileiros em relação a essa modalidade.

O levantamento revelou que 85,5% dos consumidores já utilizam o Pix com frequência e 42% acreditam que este é o formato que proporciona maior sensação de controle financeiro, liderando entre as opções disponíveis.

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Além disso, 56,8% dos entrevistados classificam o Pix como a forma de pagamento mais moderna e alinhada ao estilo de vida atual. A preferência também se reflete no cotidiano: 54,9% afirmam utilizá-lo com maior frequência em transações do dia a dia, superando cartões físicos, digitais e dinheiro em espécie. Outros 39% relatam sentir mais tranquilidade e segurança ao realizar pagamentos por meio da ferramenta.

A Febraban apontou em outro levantamento divulgado em abril, que o Pix segue como o meio de pagamento preferido dos brasileiros, segundo informações do Banco Central relativas ao segundo semestre de 2025.

Foram 42,9 bilhões de transações, representando 54,7% das operações envolvendo todos os meios de pagamento no período. O uso do Pix aumentou 24,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Mas com o avanço do Pix, os golpes também cresceram, de acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, entre julho de 2024 e junho de 2025 cerca de 24 milhões de brasileiros foram vítimas de golpes financeiros envolvendo Pix. O prejuízo estimado nesse período foi de quase R$ 29 bilhões.

Algumas dicas para evitar cair em golpes são:

Não realizar transferências diante de pedidos inesperados (suspeite);
Desconfie de pedidos financeiros vindo de parentes ou conhecidos;
Confira sempre os dados do recebedor;
Devolva valores de "Pix errado" usando a função de devolução do próprio banco.
 




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