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Cartão de Crédito: Como controlar gastos e fugir do rotativo

Planejamento financeiro é o principal desafio para mulheres que estão mais individadas em 2026

24/05/2026 | 14:30
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FOTO: Marcos Santos / USP Imagens
FOTO: Marcos Santos / USP Imagens Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Mais de 40% da população adulta do Grande ABC possui contas atrasadas. E o pagamento com cartão de crédito tem sido a alternativa escolhida pelo consumidor para parcelar compras. Mas, a modalidade pode ser considerada vilã e principal fator do endividamento.

O uso sem planejamento pode levar ao acúmulo de dívidas, principalmente por causa dos juros elevados do crédito rotativo. Esse crédito é ativado de forma automática quando o consumidor deixa de pagar o valor total da fatura do cartão até a data de vencimento.

Em 2026, a taxa média do rotativo do cartão de crédito está em 435,9% ao ano. Apesar dessa taxa alta, existe um teto legal: somados os juros, multas e encargos, a dívida não pode ultrapassar o dobro do valor original da fatura.

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Uma pesquisa recente do Serasa mostrou que as mulheres são as mais endividadas. Ao longo da última década, as mulheres passaram a ser maioria entre os inadimplentes. Em 2016, elas representavam 49,8%, hoje, somam 50,5%.

A recomendação é evitar o pagamento mínimo da fatura para evitar o acúmulo da dívida com os juros do rotativo. E ainda, definir um planejamento mensal que se adeque às finanças pessoais, como definir um valor máximo para gastos.
 




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