Impasse Prefeitura oferece 4,36% em duas parcelas, mas a entidade sindical reivindica quase 10% e outros benefícios
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Na primeira reunião realizada nesta terça-feira (19) sobre a campanha salarial deste ano, o governo do prefeito de Diadema, Taka Yamauchi (MDB), e o Sindema (Sindicato dos Funcionários Públicos de Diadema) não chegaram a um consenso. A administração municipal ofereceu à categoria reajuste de 4,36%, divididos em duas parcelas, mas a entidade sindical reivindica quase 10%, considerando 3,81% de reposição da inflação e mais 6% de aumento real, ambos com pagamento retroativo a março.
A negociação foi conduzida pelo secretário de Administração e Gestão de Pessoas, Kiko Teixeira, e pelo presidente do Sindema, Ritchie Soares, além de representantes da Câmara. Segundo a Prefeitura de Diadema, estudos técnicos embasaram a proposta de reajuste de 2,36% a partir de maio de 2026 e mais 2% a partir de outubro deste ano. A oferta salarial tem impacto estimado de R$ 18,6 milhões em 2026.
No entanto, a proposta não agradou o Sindema: “Não foi apresentado nada de novo, o que para a gente é inaceitável. Zero por cento no vale alimentação e no vale refeição, além de zero por cento no auxílio saúde. Tem tudo aí, menos dignidade. O servidor está se sentido humilhado por essa gestão que não quer repor a inflação nem no vale alimentação”, protestou Ritchie.
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