Basquete Atletas que vão disputar o Jogo das Estrelas visitam o programa social Basquete Educa e dividem momentos da carreira com os estudantes
FOTO: Denis Maciel/DGABC

A quadra da ADCMB (Associação Desportiva Classista Mercedes-Benz), em Diadema, vivenciou um dia especial com a presença de atletas da NBB (Novo Basquete Brasil). A visita ao local faz parte da programação do Jogo das Estrelas, que será realizado neste sábado (28), às 17h30, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, com transmissão da ESPN e Disney+.
O encontro reuniu jogadores de diferentes equipes da competição para uma atividade com jovens do projeto Basquete Educa, iniciativa social que atende mais de 60 crianças e adolescentes, de 10 a 17 anos. Durante o evento, os participantes tiveram inúmeras oportunidades de conversar com os profissionais e trocar experiências.
Entre os convidados, estava o pivô Cristiano Felício, 33 anos, do Sesi Franca, que também atuou por seis temporadas no Chicago Bulls, clube eternizado pela lenda Michael Jordan. Para o esportista, programas sociais têm um papel fundamental. “É um projeto incrível. Ver tantos jovens querendo aprender não só o basquete, mas também os valores que o esporte traz, é muito gratificante”, comentou.
Além dele, outros atletas marcaram presença, como Felipe Gregate (Pinheiros), Yuri Elias Neptune (KTO Minas), Gemadinha (Rio Claro), Túlio Henrique da Silva (Cruzeiro), Eddy Carvalho (Basket Osasco) e Alexsander Vernizzi (Vasco).
Idealizador e coordenador do projeto, Alex Adriano Gonçalves, 39, explica que a ONG (Organização Não Governamental) nasceu em 2022, com a proposta de unir o esporte e a educação na formação de alunos, atendendo às categorias sub-14, sub-15 e sub-17, oferecendo vagas para famílias de baixa renda. “Nosso principal objetivo é mostrar que a vida deles não pode ser pautada apenas no esporte. Por isso, realizamos oficinas quinzenais com temas que muitas vezes não aparecem na escola, como educação financeira e desenvolvimento pessoal”, explicou.
Um dos alunos da iniciativa, Victor Moreira Ciccone, 15, diz que o projeto teve papel importante em sua transformação social. “O basquete mudou minha mentalidade e disciplina. O projeto ajuda em vários aspectos, não apenas no esporte, mas também a ser uma pessoa melhor”, disse.
Já o jovem Henry Gustavo Pereira Rodrigues, 14, comenta que a presença dos jogadores aumenta a motivação. “É um sonho conhecê-los. Eu assisto aos jogos e tento copiar cada jogada durante os treinamentos”, finalizou o garoto.
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