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Alckmin sobre Mercosul-UE: 'Temos que correr para transformar em oportunidade e negócios'

Acordo será aplicado provisoriamente a partir de 1º de maio, anunciou a Comissão Europeia nesta segunda-feira

23/03/2026 | 12:40
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Valter Campanato/Agência Brasil
Valter Campanato/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, afirmou, nesta segunda-feira (23), que é preciso transformar a vigência do acordo Mercosul-União Europeia em oportunidades e negócios. Ele falou com a imprensa depois de evento sobre a indústria da defesa.

"É oficial, 1º de maio entra em vigência provisória o acordo Mercosul-União Europeia, o maior acordo entre blocos do mundo. Nós temos que correr para transformar em oportunidade, negócios, empregos e investimentos recíprocos", afirmou Alckmin.

O acordo comercial entre a União Europeia e os países do Mercosul será aplicado provisoriamente a partir de 1º de maio, anunciou a Comissão Europeia nesta segunda-feira.

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Em janeiro, o Parlamento Europeu solicitou aos tribunais que verificassem a legalidade do acordo de livre comércio entre o bloco europeu e o Mercosul, composto por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.

Entretanto, a Comissão Europeia optou por aplicar o acordo provisoriamente, uma medida fortemente criticada pelo setor agrícola francês, mas apoiada pelos governos da Alemanha e da Espanha.

Guerra

Alckmin também comentou sobre a trégua de 5 dias dos Estados Unidos e Irã. Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou uma pausa de cinco dias nos ataques militares contra usinas de energia e infraestrutura energética do Irã em meio a conversas "muito boas e produtivas".

"Acho que foi importante essa trégua em cinco dias entre Estados Unidos e Irã, porque o primeiro passo é reduzir tensões. Você reduzir tensão abre uma oportunidade de ar, de entendimento, porque isso é um perde-perde para o mundo inteiro", disse Alckmin.

O vice-presidente evitou fazer qualquer comentário sobre candidatura nesse ano: "Vamos aguardar."




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