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Edison Parra propõe medidas de prevenção contra a Mpox em São Caetano

Grande ABC registrou os primeiros casos confirmados de Mpox em 2026 nas cidades de Santo André e Mauá, um em cada município

11/03/2026 | 22:00
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FOTO: Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


O vereador Edison Parra (Podemos) apresentou uma indicação sugerindo a adoção, em São Caetano, de medidas de preparação e prevenção relacionadas à doença Mpox, em virtude do registro de casos confirmados no País. 

O Grande ABC registrou os primeiros casos confirmados de Mpox em 2026 nas cidades de Santo André e Mauá, um em cada município, conforme informado pelo Diário. De acordo com o painel de monitoramento da Secretaria Estadual da Saúde, com atualização do dia 6, a região ainda investigava na data outras oito ocorrências. No total, 13 registros foram descartados e nenhum óbito foi contabilizado.

No documento o parlamentar explica que a Mpox, anteriormente chamada de “monkeypox”, é uma doença causada por um vírus do gênero Orthopoxvirus, semelhante ao da varíola, que se transmite por contato físico próximo com pessoas infectadas, fluidos corporais ou objetos contaminados. Os sintomas incluem febre, erupções cutâneas, entre outros.

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O vereador defende a regulamentação de protocolo municipal para atendimento de casos suspeitos, a capacitação das equipes de todas as unidades de saúde do município para identificação precoce e a elaboração de campanha de comunicação visando à divulgação de orientações sobre a doença por meio da imprensa local, redes sociais oficiais e demais canais de comunicação.

No texto da indicação, o vereador destaca dados do Ministério da Saúde, os quais apontam 88 casos confirmados de Mpox no Brasil em 2026, sendo 62 deles no Estado de São Paulo, o que representa a grande maioria das ocorrências no País.

Diante do cenário epidemiológico dinâmico, Parra reforça a importância de medidas que ampliem a capacidade de resposta do município. “É primordial promover a proteção da saúde da população, a disseminação de informações corretas e o alinhamento com as orientações das autoridades nacionais de saúde”, pontua. 

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