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Equipe caça-fantasmas prende dois com celulares furtados em megabloco

Policiais civis se infiltraram entre os foliões na região da Consolação

08/02/2026 | 18:29
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FOTO: Divulgação/SSP-SP
FOTO: Divulgação/SSP-SP Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Para combater o crime e prender ladrões e traficantes, a Polícia Civil de São Paulo tem apostado nas fantasias para se infiltrar nos blocos de Carnaval. Neste domingo (8), os agentes, vestidos de caça-fantasmas, detiveram duas pessoas — um homem e uma mulher — com celulares furtados.

Os policiais do DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa), misturados aos foliões do megabloco do DJ Calvin Harris, na Consolação, região central da Capital, suspeitaram da atitude do homem e realizaram a abordagem. Na revista pessoal, os investigadores localizaram com o homem quatro celulares de origem ilícita.

No mesmo bairro, na Rua Maria Antônia, uma mulher também foi presa. Com a suspeita, os policiais localizaram outros quatro aparelhos celulares furtados.

DGABC

Os nomes dos detidos não foram divulgados.

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As ações integram uma estratégia da SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo) para coibir furtos e roubos em grandes eventos carnavalescos.

Com os casos deste domingo, o total de criminosos presos chega a 18 desde o fim de semana passado, quando teve início a Operação Carnaval da Polícia Civil. No sábado (7), no Parque Ibirapuera, agentes do DHPP atuaram infiltrados entre os foliões, fantasiados de extraterrestres. Durante a ação, quatro homens foram presos. Três deles foram detidos por venda de bebidas fabricadas clandestinamente, sem rótulo ou identificação; o quarto suspeito foi flagrado com três celulares furtados, escondidos sob a roupa.

No sábado (31), uma operação na região da Barra Funda, Zona Oeste da Capital, resultou na prisão de 12 suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em crimes patrimoniais durante blocos de Carnaval.

Policiais civis disfarçados também identificaram ambulantes sem credenciamento trocando cartões bancários enquanto realizavam vendas no meio do público. A movimentação levantou suspeitas de um esquema de fraude, que envolve a substituição de cartões das vítimas durante pagamentos.

Além de agentes fantasiados nos blocos, a PM (Polícia Militar) reforçou o efetivo nas ruas com cerca de 5,2 mil policiais e 2,5 mil viaturas por dia de folia, além do uso de drones e câmeras do Programa Muralha Paulista, que permitem monitoramento em tempo real, em integração com órgãos municipais e estaduais.




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