Segurança pública Força-tarefa cumpriu 26 ordens judiciais; prejuízo estimado chega a R$ 3,4 milhões
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A Polícia Civil de São Paulo deflagrou, nesta quarta-feira (10), a Operação Cripto Car, ação coordenada entre o GOE (Grupo de Operações Especiais) de Santo André, unidades distritais do Estado e o Grupo de Repressão a Estelionato e Outras Fraudes do Deic da Polícia Civil de Goiás, responsável pela investigação que deu origem ao caso. A ofensiva é resultado de um trabalho considerado longo e complexo pelos investigadores.
Ao todo, foram cumpridas mais de 26 ordens judiciais, incluindo 10 prisões temporárias e 16 mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de cerca de R$ 3,4 milhões. A apuração aponta para crimes de estelionato eletrônico, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Os suspeitos estavam distribuídos em diferentes municípios paulistas, como São Paulo, Santo André, Mauá, Guarujá e São José do Rio Preto.
Na região, quatro pessoas foram detidas. Em Santo André, equipes cumpriram quatro mandados de busca e apreensão e efetuaram duas prisões. Em Mauá, foram realizadas três buscas e outras duas prisões, conforme informado pela corporação.
O delegado de Polícia Fabio Goulart, supervisor do GOE (Grupo de Operações Especiais) de Santo André, destacou a integração entre forças policiais de diferentes estados como fator decisivo para o avanço da investigação.
“Quando o estelionato ultrapassa os limites dos estados, a troca de informações entre as polícias civis deixa de ser opção e se torna a chave para conter o avanço do crime”.
A Polícia Civil segue com a análise do material apreendido e não descarta novas diligências e desdobramentos da operação.
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