Em São Bernardo Área em Faixa de Dutos foi revitalizada para a produção de alimentos e ervas medicinais
FOTO: Igor Cotrim/Prefeitura de São Beranrdo

Os moradores da Vila Vivaldi, em São Bernardo, ganharam neste domingo (2) novo espaço de convivência e voltado ao bem-estar da comunidade. A Transpetro, subsidiária da Petrobras, entregou pela manhã nova área agroecológica e de socialização, na Rua Cachoeira, altura no número 23. A iniciativa contou com apoio da Prefeitura e está alinhada às ações do município voltadas à segurança alimentar e sustentabilidade.
Terreno situado nas chamadas Faixas de Duto foi revitalizado pela Transpetro. A área era, anteriormente, usada como jardim e para plantio de alimentos. Agora renovado, o espaço irá registrar o suporte da ONG Motirô, da cidade, para produção e doação de hortaliças e ervas medicinais, além de sediar atividades voltadas à educação ambiental.
“A gestão do prefeito Marcelo Lima (Podemos) está coordenando e desenvolvendo programa de agricultura urbana na cidade. O objetivo é reconhecer os diversos agricultores que já atuam no município, parceiros estratégicos, como a Transpetro, e multiplicar as hortas comunitárias e áreas para compostagem nos bairros e até em escolas públicas”, explicou o secretário adjunto de Meio Ambiente, Sustentabilidade e Proteção Animal de São Bernardo, Matheus Graciosi.
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Também dentro dessa estratégia, com o apoio da Prefeitura de São Bernardo, a Transpetro entregou, no dia 16 de outubro, área de lazer e convivência na Vila São Pedro, região do Ferrazópolis. O espaço recebeu academia ao ar livre, novos brinquedos, mesa e bancos de cimento, para atividades de socialização.
Durante o evento de entrega do espaço agroecológico e de socialização da Vila Vivaldi, o presidente da Transpetro, Sergio Bacci, ressaltou que a iniciativa atende questões de segurança.
“Aqui próximo dessa área, em 2019, tivemos caso de derivação clandestina, que é quando pessoas furam os dutos para roubar combustível. O problema principal disso é o risco às pessoas no entorno e os danos ambientais que o roubo pode causar. Estamos nos aproximando das comunidades. É uma via de mão dupla. A gente entrega o que a população precisa e a população nos auxilia a olhar as Faixas de Duto, para evitar a derivação clandestina”, pontuou.
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