Emboscada no Litoral Também foram cumpridos novos mandados de busca e apreensão e oitivas de testemunhas
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A Justiça de São Paulo mandou prender nesta terça-feira (23) o oitavo identificado por estar envolvido na morte do ex-delegado geral do Estado e morador de São Caetano, Ruy Ferraz Fontes, 63 anos, morto no dia 15, em Praia Grande.
A SSP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo) informou que também foram cumpridos novos mandados de busca e apreensão e oitivas de testemunhas. “Laudos periciais estão em elaboração e serão analisados, tão logo finalizados. Mais detalhes serão preservados para garantir a autonomia do trabalho policial”, disse em nota.
As investigações estão sendo realizadas pelo DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa - Polícia Civil de São Paulo).
Com o novo mandado de prisão, são quatro procurados. Entre eles está Felipe Avelino da Silva, conhecido como Masquerano, que faz parte do PCC (Primeiro Comando da Capital) do Grande ABC. O suspeito já esteve preso por seis anos e tem duas passagens por roubo e duas por tráfico de drogas.
Estão presos mais quatro suspeitos, um deles também da região. Dahesly Oliveira Pires mora em Diadema e é acusada de ter buscado um dos fuzis utilizados na execução. Estão ainda detidos Rafael Marcell Dias Simões, William Silva Marques e Luiz Henrique Santos Batista, conhecido como Fofão.
O CRIME
Ruy Ferraz Fontes foi morto a tiros na noite de segunda-feira (15), por volta das 18h, na Avenida Doutor Roberto de Almeida Vinhas. Imagens de câmeras de segurança mostram o carro de Ferraz em alta velocidade tentando fugir de outro veículo.
Durante a perseguição, o automóvel do delegado colidiu com um ônibus em um cruzamento e capotou. Na sequência, três homens armados desceram do carro que o seguia. Enquanto um deles ficou na contenção, outros dois se aproximaram do veículo de Ferraz, atiraram e depois fugiram.
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