Repercussão Ivan Valente afirma que Tarcísio está desesperado pela bênção do ‘padrinho'
FOTO: Divulgação/Câmara Federal

Nome cotado entre os possíveis presidenciáveis para 2026, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), foi criticado por integrantes da base aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), após assegurar que o seu primeiro ato no Palácio do Planalto seria garantir indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), réu pela trama golpista no STF (Supremo Tribunal Federal). A declaração do republicano, que reverberou em Brasília, foi dada em entrevista exclusiva ao Diário na última sexta-feira.
Líder do PT na Câmara Federal, o deputado fluminense Lindbergh Farias criticou o governador, ao classificar as falas como “um projeto de ruptura institucional”. “A anistia afronta cláusulas pétreas da Constituição, abre guerra com o STF e reedita a velha fórmula da impunidade para crimes contra a democracia”, afirmou no X (antigo Twitter).
Segundo colocado na última eleição municipal em São Paulo, o deputado federal Guilherme Boulos (Psol) mirou o arsenal a Tarcísio. “Essa é a prioridade de quem só pensa em agradar o padrinho, ao invés de pensar nas necessidades do povo. Uma vergonha”, atacou na mesma rede social.
O parlamentar psolista Ivan Valente também não perdeu a oportunidade: “O governador disse que não acredita que há elementos para Bolsonaro ser condenado, que não confia na Justiça. Tarcísio está desesperado pela bênção do ‘padrinho’, do ‘mafioso’”.
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