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Zelensky intensifica diálogo com líderes globais às vésperas de reunião Trump-Putin

O presidente da Ucrânia, intensificou conversas com líderes globais antes da reunião entre Donald Trump e Vladimir Putin que deve acontecer nesta sexta-feira (15)

11/08/2025 | 14:19
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FOTO: Reprodução/X Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, intensificou nos últimos dias suas conversas diplomáticas com líderes mundiais, buscando apoio e coordenação para encerrar a guerra contra a Rússia. Em suas publicações no X (antigo Twitter), ele ressaltou que "a comunicação com parceiros é constante" e que "estamos coordenando decisões conjuntas e preparando os próximos passos alinhados".

Em diálogo com o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, Zelensky destacou que "não podem ser tomadas decisões sobre o futuro da Ucrânia sem a participação do país", afirmando ainda que as sanções contra a Rússia devem permanecer em vigor e ser constantemente fortalecidas.

Ele afirmou que "a Rússia quer apenas ganhar tempo, não acabar com a guerra", evidenciado pelos ataques russos a infraestrutura civil.

DGABC

O presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, devem se reunir na sexta-feira (15) no Alasca para discutir o tema sem a presença de Zelensky.

Com o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, o ucraniano destacou a importância de que a paz seja duradoura, com garantias de segurança para a Ucrânia e toda a Europa. Ele agradeceu o apoio e anunciou que as equipes coordenarão esforços e projetos conjuntos.

Zelensky também falou com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, agradecendo o apoio às tentativas de paz e alertando para a necessidade de limitar as exportações de energia russa, em especial petróleo, para reduzir a capacidade de financiamento da guerra.

Em conversas com líderes europeus, Zelensky agradeceu o suporte financeiro e militar da Suécia, reafirmando a importância de "pressionar a Rússia a pôr fim à guerra que iniciou".

Com a Finlândia, destacou a cooperação pela segurança comum, enquanto com Espanha, França, Dinamarca e Reino Unido reforçou a urgência de uma "paz verdadeira, justa e duradoura" e a necessidade de "não aceitar imposições russas irreais".

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