Em Diadema Canalização e contenção de talude objetivam prevenir alagamentos e deslizamentos
FOTO: Reprodução/Facebook

As obras no Córrego Iguaçu, na região do Eldorado, em Diadema, estão 80% concluídas, segundo a gestão do prefeito Taka Yamauchi (MDB). As intervenções incluem canalização e contenção do córrego, além de obras de adequação nas galerias das ruas próximas. O objetivo da ação é evitar enchentes e deslizamentos de terra, principalmente nas áreas de risco da região.
As obras fazem parte de um conjunto de ações emergenciais implementadas pela Prefeitura de Diadema de combate a enchentes. Além do Iguaçu, outras áreas estão recebendo obras de canalização e contenção, como os córregos Grota Funda e Olaria.
Taka visitou as obras do Iguaçu, no trecho da Passagem Frei Damião e da Rua Georges Gebrail. Os moradores do entorno sofreram prejuízos com as chuvas intensas no início do ano, que afetaram as residências e a infraestrutura local.
“Fizemos aqui uma minica-nalização para que as águas das chuvas de janeiro, que virão, possam ter passagem. Fizemos obras de contenção e canalização, que estão na fase de acabamento. É um projeto que vai ajudar toda a região”, afirmou o prefeito.
A contenção do talude (terreno em declive), que está na fase final, é uma etapa essencial das intervenções, a qual proporciona segurança e durabilidade à obra. evitando também futuros deslizamentos. Além disso, a Prefeitura fará a recomposição das calçadas e a reconstrução do parquinho.
“Essa obra representa investimento significativo na infraestrutura local e, mais importante, no resgate da dignidade das famílias que residem na região”, pontuou o emedebista.
Outra intervenção com previsão de entrega até dezembro é a do Córrego Olaria, no Eldorado. A obra contempla a canalização dos 626 metros que faltava. Como o córrego está dentro de Área de Proteção e Recuperação de Mananciais será realizado o plantio compensatório de 2.200 árvores, de diversas espécies, devido ao dano ambiental causado pelos trabalhos.
Segundo o prefeito, o projeto teve início em 2011, mas passou despercebido por muitos anos, sem andamento. “É uma obra de respeito, de envergadura e estruturante para toda a região”, pontuou.
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